URGENTE: Polícia faz megaoperação no RJ contra a cúpula do Comando Vermelho

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou uma operação nesta quarta-feira (11) para investigar crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa armada e corrupção policial. Os alvos incluem membros do Comando Vermelho, policiais militares e políticos. Os delegados Pedro Cassundé e Vinicius Miranda de Moraes, da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), coordenaram a ação.

O trabalho investigativo mapeou a estrutura de poder da facção no estado. O foco principal do inquérito recai sobre Edgar Alves de Andrade, identificado pelos apelidos "Doca da Penha", "Urso" ou "Paraíba". As autoridades apontam que ele figura entre os principais líderes do Comando Vermelho. A atuação de Doca ultrapassa duas décadas.

Doca desempenha a função de "1ª Voz das Ruas". Ele opera como porta-voz executivo da cúpula da organização criminosa. A análise de mensagens telemáticas atribuídas a Doca revelou uma estrutura organizacional sofisticada.

A investigação aponta que o Comando Vermelho possui estrutura organizacional formalizada. A facção conta com conselho deliberativo, cargos definidos, procedimentos decisórios e regime disciplinar. Essa configuração consta em um estatuto interno da facção. Doca compartilhou o documento com o Primeiro Comando da Capital durante negociações de paz entre as facções em fevereiro de 2025.

O inquérito policial identificou três nomes que compõem a liderança da organização criminosa. Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, ocupa a presidência do Conselho Permanente do CV. Ele cumpre pena em presídio federal. Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, responde pela tesouraria da facção. Edgar Alves de Andrade, o Doca, atua como porta-voz e articulador das operações nas ruas.

As investigações apontam que Marcinho VP mantém influência sobre a facção mesmo encarcerado. Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, esposa do líder preso, e Landerson Lucas dos Santos, sobrinho dele, funcionam como intermediários nas comunicações. O inquérito apurou que advogados, familiares e operadores externos atuariam como canais de transmissão de ordens. A cúpula encarcerada transmite comandos para as lideranças que operam nas ruas por meio desses intermediários.

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