EXCLUSIVO: Condenado pelo "plano golpista" prova que foi espancado na prisão, teme volta ao regime fechado e aciona Defensoria Pública

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Um pedido apresentado à Defensoria Pública da União e encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes relata que Ailton Gonçalves Moraes Barros, ex-major condenado pela suposta trama golpista, foi agredido por outros presos quando esteve detido no presídio de Bangu 8, no Rio de Janeiro.

Segundo documentos anexados ao processo, Barros afirma que sofreu "ataques com pauladas e agressões físicas", resultando em "lesões e fraturas dentárias". O episódio teria ocorrido durante o período em que cumpria prisão cautelar na unidade prisional.

A defesa do ex-major solicita ao STF que, caso seja determinado o início do cumprimento da pena, Barros seja recolhido a um estabelecimento prisional diferente daquele onde esteve anteriormente, alegando risco à sua integridade física.

Barros foi condenado a 13 anos e 6 meses de prisão, por crimes contra o Estado democrático de direito, dano qualificado, associação criminosa e infrações ambientais.

Apesar da condenação, ainda tramitam recursos na Suprema Corte.

Mesmo assim, diante da possibilidade de início da execução da pena, a Defensoria apresentou um pedido preventivo ao STF, solicitando que Barros não seja novamente enviado ao presídio de Bangu 8. 

A agressão dentro do presídio

Em declaração anexada ao processo, Barros afirma que foi espancado por outros detentos, que teriam agido motivados por sua ligação política com Bolsonaro.

Segundo ele, as agressões ocorreram dentro da unidade prisional e resultaram em lesões físicas e danos severos à dentição.

O documento relata que o preso não denunciou o ataque na época por medo de represálias dentro da cadeia. 

Barros afirma que procurou atendimento odontológico alguns dias depois, mas não revelou a origem das lesões ao profissional de saúde, alegando receio de novos ataques.

Um relatório odontológico datado de 6 de fevereiro de 2026 confirma que Barros precisou passar por tratamento dentário prolongado após os fatos. O laudo aponta que o tratamento foi realizado após exames clínicos, radiográficos e tomográficos, que indicaram lesões na região dos dentes anteriores. 

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da Redação
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