Deputada que Mendonça pôs tornozeleira teria se chafurdado na lama da propina e adquirido carro de luxo e apartamento

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A Polícia Federal investiga a deputada federal Maria Gorete Pereira (MDB-CE) por suspeita de usar dinheiro desviado de associações de aposentados e pensionistas do INSS para comprar bens de alto valor. A operação foi autorizada nesta terça-feira (17) pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). As apurações apontam para a aquisição de um apartamento e um carro de luxo.

A parlamentar teria comprado um apartamento avaliado em R$ 4,4 milhões. A transação foi realizada por meio de uma empresa administrada por Sofia Lilia Freitas Pereira, sobrinha da deputada. A companhia Sop Processamento de Dados Ltda. aparece nos registros como responsável por movimentações financeiras relacionadas ao imóvel.

O ministro André Mendonça detalhou as transações em sua decisão:

"Neles, há uma promessa de compra e venda de um imóvel no valor de R$ 4,4 milhões em que a Sop, administrada por Sofia Lilia Freitas Pereira, sobrinha da deputada federal Maria Gorete, figura como promitente compradora. Ocorre que um dos pagamentos pelo imóvel, no valor de R$ 1,1 milhão saiu diretamente da conta de Maria Gorete Pereira".

O magistrado acrescentou informações sobre outras movimentações:

"Outros pagamentos, desta vez de R$ 200 mil, R$ 900 mil, R$ 350 mil e R$ 150 mil saíram da conta da Sop Processamento de Dados Ltda."

Os valores somados representam parte significativa do montante total envolvido na compra do apartamento.

A PF também identificou a compra de um veículo de luxo cujo valor ultrapassa R$ 400 mil. Os recursos utilizados na aquisição teriam a mesma origem dos valores empregados na compra do imóvel.

Os investigadores classificam a deputada como "articuladora política" do esquema junto a órgãos públicos. A Polícia Federal localizou planilhas contendo o nome da parlamentar associado a "valores expressivos" que lhe seriam destinados como propina. O material foi apresentado ao STF como parte das evidências reunidas.

O ministro André Mendonça destacou em sua decisão:

"Há inúmeros indícios no sentido de sua participação nos crimes perpetrados contra o INSS mediante descontos indevidos nos benefícios previdenciários pagos por referida autarquia".

A manifestação fundamentou a autorização para o cumprimento de mandados de busca e apreensão. O MDB informou que não se manifestará sobre a investigação. A legenda justificou que a filiação da parlamentar ao partido é recente. A apuração da PF se refere ao período em que ela estava vinculada a outra sigla.

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