Magistrada não resiste ao câncer no pulmão que evoluiu para o cérebro e morre e Brasília
19/03/2026 às 09:59 Sociedade
A desembargadora Maria de Lourdes Abreu morreu, aos 73 anos, na noite desta quarta-feira (18), às 21h20, no Hospital Sírio-Libanês, onde estava internada. Ela tratava um câncer no pulmão, que evoluiu para metástase no cérebro, e teve falência múltipla de órgãos.
Integrante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) desde 2014, Maria de Lourdes ocupava, atualmente, o cargo de ouvidora-geral da Corte no biênio 2024-2026, função voltada à interlocução entre o tribunal e a sociedade. Também presidia a 1ª Câmara Cível e a 3ª Turma Cível, com atuação relevante em julgamentos nas áreas de direito público e privado.
A magistrada ingressou no TJDFT pelo chamado “quinto constitucional”, em vaga destinada ao Ministério Público, após uma longa trajetória como procuradora de Justiça. Ela iniciou a carreira no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em 1981, somando mais de quatro décadas de atuação no serviço público jurídico.
Neste ano, foi internada para dar continuidade ao tratamento da doença. A pedido dela, o corpo será cremado em Valparaíso de Goiás nesta sexta-feira (20). Maria de Lourdes era casada e não tinha filhos.
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da Redação