STF abre nova ofensiva para desmoralizar ainda mais o Congresso Nacional e blindar Lulinha

Ler na área do assinante

Dino suspendeu as quebras de sigilo do INSS. Gilmar anulou as quebra de sigilo de Dias Toffoli. O próximo passo é o plenário criar uma regra geral para o tema. Noutras palavras, é o réu pedindo para mudar as regras do jogo enquanto o julgamento acontece.

O Estadão revelou que uma ala do STF passou a defender limites aos poderes das CPIs para quebrar sigilos — e o tema pode ser unificado em julgamento no plenário físico. O caso que vai nortear tudo é exatamente o de Lulinha — cuja quebra de sigilo foi suspensa por Dino e agora vai a julgamento a pedido de Gilmar.

O roteiro já está desenhado: Dino suspendeu "em bloco" as quebras da CPI do INSS. Gilmar anulou a quebra do fundo Arleen que ligava Toffoli a Vorcaro. Agora os dois querem que o plenário decida os limites das CPIs — usando o caso de Lulinha como base, mas criando regra que valerá para todos os investigados.

Na prática o STF usaria um caso específico para construir uma blindagem geral — que protegeria todos que têm amigos na Corte. Sem data marcada. Fachin decide quando pautar. Enquanto isso, a decisão de Dino permanece válida — e as investigações ficam paralisadas.

O Congresso eleito pelo povo tentando investigar. O STF não eleito por ninguém limitando, obstruindo. E quem paga o preço é o cidadão que queria saber o que aconteceu com seu dinheiro no INSS.

A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber

Veja a capa:

da Redação Ler comentários e comentar