A deprimente trajetória de Soraya: Do motel ao senado...
30/03/2026 às 10:34 Opinião
A senadora Soraya Thronicke, advogada, que foi eleita como "a senadora de Bolsonaro" mas rompeu com o PL e hoje é aliada do PT, seria proprietária de motel e decorou pessoalmente a suíte sadomasoquista, segundo matéria publicada em G1 de O Globo no dia 6 de julho de 2015 (link no primeiro comentário).
Só em 2022, quando foi candidata à presidência da República e recebeu uma votação pífia, ficando em 6º lugar, Soraya e sua assessoria disseram que ela nunca foi dona de motéis e era apenas a representante legal do filho, que era menor de idade. Ela afirmou então que sua profissão principal sempre foi a advocacia, que exercia no escritório Cabral Gomes Advogados Associados.
A Senadora consolidou a sua aliança com o PT votando com a base governista, alinhando-se às pautas de interesse do atual governo e declarando publicamente sua preferência pelo presidente petista.
Atualmente, em meio às sombras de uma comissão que investigava fraudes no INSS, soraya thronicke e o deputado lindemberg farias acusaram o congressista do PL, Alfredo Gaspar (AL), relator da CPMI do INSS, de ter cometido estupro de vulnerável contra uma menina então com apenas 13 anos, que resultou em gravidez e no nascimento de uma criança. Segundo os dois, o congressista teria negociado suborno de cerca de R$ 470 mil (com parte já paga), registrando a criança em nome da avó e praticando fraude processual para ocultar o crime.
Sem apresentar provas, protocolaram uma denúncia na Polícia Federal, pedindo sigilo, preservação de evidências e proteção às supostas vítimas.
Gaspar nega veementemente as acusações e apresentou um vídeo em que a jovem apontada como suposta vítima — hoje com 21 anos — desmente categoricamente a narrativa: “Não sou fruto de estupro algum, nem conheço pessoalmente o Alfredo Gaspar. É muito triste, por serem primos e terem o mesmo sobrenome, associarem meu caso a uma história sem sentido”, declarou ela, reforçando que a paternidade pertence ao primo do deputado, comprovada por exame de DNA, e que a relação foi consensual.
Se a acusação não for verdadeira, a dupla dinâmica lindemberg/thronicke pode ter incorrido em graves ilícitos penais. O principal deles seria a denunciação caluniosa (art. 339 do Código Penal), punível com reclusão de dois a oito anos e multa (pena aumentada se houver anonimato ou nome suposto). Além disso, poderiam configurar calúnia (art. 138 do CP), ao imputar falsamente fato definido como crime, e difamação (art. 139), ao atribuir fato ofensivo à reputação, ambos crimes contra a honra com penas de detenção e multa, agravadas quando praticados em sessão parlamentar ou por meio que facilite a divulgação. Gaspar já anunciou que adotará todas as medidas judiciais cabíveis, inclusive no Conselho de Ética da Câmara, para responsabilizá-los.
Consolidado sua aliança com o PT, em 20 de fevereiro de 2026, soraya confirmou a saída do Podemos, a filiação ao PSB e a formação de uma “dobradinha” eleitoral com o deputado Vander Loubet (PT) para a reeleição ao Senado em Mato Grosso do Sul, com apoio explícito do atual presidente, que ninguém sabe se está vivo ou já morreu, e da chapa de esquerda no estado.
Lucia Sweet
Jornalista