O Ministério Público depois de destruir a vida do comunicador Monark, agora pede a rejeição da ação
05/04/2026 às 07:43 Direito e Justiça
O Ministério Público de São Paulo reconheceu o ÓBVIO: que as falas de Monark sobre nazismo não configuravam apologia, mas sim uma "defesa abstrata da liberdade de convicção e expressão".
Ou seja, o próprio órgão que ajuizou a ação civil pública agora pede a sua rejeição. Levou QUATRO ANOS para chegarem a essa conclusão.
Destruíram a vida de um jovem comunicador por conta de UMA OPINIÃO sobre liberdade de expressão. Por mais que eu não concorde com o que ele disse — a ideia de nazistas terem direito a um partido —, o simples fato de discutir essa possibilidade jamais poderia ser considerado crime. O debate era sobre os limites da atuação estatal e da liberdade de expressão, não sobre a defesa do ideário nazista.
Vale lembrar o estrago que fizeram: Monark foi expulso do podcast que ajudou a criar, desmonetizado, banido do YouTube, investigado pela PGR e pelo MPF. E para piorar, a mais alta corte do país — que deveria garantir seus direitos fundamentais — expandiu a perseguição.
Moraes determinou o bloqueio de TODOS os seus perfis: Instagram, Facebook, X, Rumble, Telegram, TikTok, YouTube, Discord, e até plataformas de áudio como Spotify e Deezer. Teve as contas bancárias bloqueadas e levou multa de R$ 300 mil. O motivo? Ter entrevistado um deputado federal que questionou a transparência das urnas eletrônicas.
Na prática, o que aconteceu com Monark foi a aplicação de uma verdadeira pena de morte virtual — sem processo, sem condenação, sem crime. Cancelado, censurado, desmonetizado, multado, empurrado para fora do país.
Agora o MP reconhece que nunca houve crime. Mas quem repara o dano? Quem devolve os anos de perseguição, a renda destruída, a reputação arrasada?
Espero que Monark processe o Estado e obtenha uma reparação multimilionária pela injustiça que sofreu. É o mínimo.
Leandro Ruschel.
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da Redação