Com a polícia na porta, casal se desespera e tenta se livrar das provas jogando pela janela

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Uma ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou um esquema de venda irregular de medicamentos ao deflagrar, nesta segunda-feira (6), a Operação Mounjaro Delivery. A investigação, conduzida pela Delegacia do Consumidor (Decon), apura a comercialização de canetas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), prática que representa riscos à saúde pública.

Durante o cumprimento das diligências, um homem e uma mulher foram presos em flagrante sob suspeita de vender produtos terapêuticos de origem desconhecida por meio das redes sociais. Conforme apurado, além dos medicamentos, o casal também estaria envolvido na comercialização de roupas e perfumes falsificados. Apesar da autuação por crimes contra a saúde pública e contra as relações de consumo, ambos foram posteriormente liberados.

Os investigados foram identificados como Laryssa de Souza Gonçalves e Tanan Antony Sant’Anna Machado. No momento da abordagem policial, realizada na residência do casal em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio de Janeiro, eles tentaram eliminar provas ao arremessar uma caixa contendo canetas emagrecedoras pelo telhado. A ação, no entanto, foi frustrada, e os agentes determinaram que um dos suspeitos recuperasse o material descartado.

A operação também incluiu o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao esquema. Entre os locais investigados está um imóvel situado no Centro de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, onde funcionaria uma loja de veículos relacionada aos suspeitos — o que indica possível diversificação das atividades ilegais.

As apurações indicam que os produtos eram ofertados pela internet sem qualquer tipo de autorização sanitária, o que levanta preocupações quanto à segurança dos consumidores. A origem das mercadorias ainda está sob análise das autoridades competentes.

O inquérito, iniciado há aproximadamente dois meses, entra agora em uma nova fase, com foco na identificação de outros possíveis envolvidos na rede clandestina. A Polícia Civil também busca dimensionar o alcance da distribuição dos produtos e a abrangência das vendas realizadas por meio das plataformas digitais.

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da Redação Ler comentários e comentar