Pesquisadores comprovam extraordinário percentual de acertos em mensagens psicografadas por Chico Xavier

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Pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora examinaram uma gravação histórica de Chico Xavier (1910-2002). O material é um áudio de 54 minutos, registrado em junho de 1955, na cidade de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais. A pesquisa reabriu discussões sobre a mediunidade do brasileiro.

O áudio documenta uma sessão na qual o médium relatou comunicações com espíritos relacionados a Isidoro Duarte Santos. O visitante português presidia a Federação Espírita Portuguesa e fundou a revista Estudos Psíquicos. Os pesquisadores identificaram 65 itens passíveis de verificação no conteúdo da gravação.

A análise revelou que 87,7% dos itens verificáveis foram considerados precisos. Apenas aproximadamente 3% das informações foram classificadas como incorretas. Os resultados foram publicados na revista científica Explore, periódico especializado em estudos sobre fenômenos anômalos.

Chico Xavier forneceu descrições de 18 pessoas falecidas durante a sessão gravada. As informações incluíram características físicas, traços comportamentais e episódios específicos das vidas dessas pessoas. Os pesquisadores avaliaram a origem possível de cada informação transmitida.

O estudo concluiu que, em aproximadamente 30,8% dos casos analisados, seria improvável que o médium tivesse obtido as informações por meios convencionais. Os pesquisadores consideraram fontes como livros, publicações e conversas prévias ao avaliar essa probabilidade.

A sessão de 1955 incluiu a psicografia de poemas atribuídos a autores portugueses. Chico Xavier também psicografou uma carta supostamente ditada pela esposa falecida de Isidoro Duarte Santos. O visitante português teria reconhecido a assinatura e o estilo de escrita presentes no documento.

O artigo científico recebeu o título Análise da Ocorrência de Recepção Anômala de Informação Mediúnica: O Caso de Chico Xavier e Isidoro Santos. A autoria é de Carlos Miguel Pereira, Alexandre Caroli Rocha, Jorge Gomes, José Lucas, Júlio Silva e Alexander Moreira-Almeida.

A equipe incluiu profissionais de Portugal e membros do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (NUPES). O núcleo está vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora. A instituição mantém linhas de pesquisa sobre fenômenos relacionados à espiritualidade.

O material de 1955 representa um dos registros históricos mais antigos de sessões mediúnicas de Chico Xavier disponíveis em formato de áudio. A gravação foi preservada ao longo de sete décadas. Isso permitiu a análise científica contemporânea do conteúdo.

A metodologia aplicada envolveu a verificação cruzada de informações com documentos históricos, registros biográficos e testemunhos. Cada item mencionado na gravação foi classificado quanto à sua precisão e à possibilidade de obtenção por vias convencionais.

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