Professores de Universidade Federal são denunciados por sumiço de verba milionária de combate a grave doença

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O Ministério Público Federal apresentou duas ações na Justiça Federal do Rio Grande do Norte que aprofundam as investigações sobre o uso de recursos do projeto Sífilis Não. Os processos têm como um dos principais alvos o professor e um dos fundadores do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde, Ricardo Valentim, além de Janaína Valentim, Karilany Dantas Coutinho, João Henrique Vieira da Silva Neto e Pedro Henrique Gemano Evangelista, segundo consta na consulta de processos no sitio da JFRN na internet.

As ações, uma penal e outra de improbidade, são desdobramento da Operação Faraó, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria Geral da União e do Ministério Público Federal. À época, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e determinado o bloqueio de cerca de 26,5 milhões de reais.

As investigações apontam indícios de irregularidades desde 2017 na execução do projeto, financiado pelo Ministério da Saúde e operacionalizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com gestão da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura.

Segundo o MPF, os denunciados teriam desviado recursos por meio de pagamento indevido de diárias, uso de verbas públicas para despesas pessoais e concessão irregular de bolsas. A ação penal pede condenação por peculato e a de improbidade aponta enriquecimento ilícito.

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