URGENTE: Vaza certidão de óbito de "Sicário" e documento esconde algo chocante
09/04/2026 às 14:07 Direito e Justiça
A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como aliado do banqueiro Daniel Vorcaro, não apresenta a causa de sua morte. O documento, emitido na quarta-feira (8/4), registra apenas a informação “aguardando exames” no campo destinado ao motivo do falecimento.
Embora a Polícia Federal (PF) tenha indicado que a morte teria ocorrido após uma tentativa de suicídio enquanto ele estava preso, o registro oficial ainda não confirma essa versão. Mourão morreu no dia 6 de março, e o óbito foi formalizado no dia seguinte, conforme consta na certidão.
Especialistas em registros civis consultados apontam que não é comum a emissão de certidões de óbito sem a definição da causa da morte. No entanto, explicam que essa situação pode ocorrer quando há urgência na liberação do corpo para sepultamento, mesmo com exames pendentes para esclarecer as circunstâncias do falecimento.
Em situações semelhantes, como casos de suicídio, costuma-se registrar termos como “lesões auto-infligidas”. No caso de Sicário, a ausência dessa informação reforça a necessidade de aguardar os resultados periciais para confirmação oficial.
No dia da morte, a defesa de Mourão declarou que a causa teria sido “morte encefálica”, provocada por falta de oxigenação no cérebro. Os advogados também informaram que o corpo seria encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares.
Outro ponto que chama atenção é a ausência, na certidão, do local de sepultamento. Apesar disso, informações oficiais indicam que o enterro ocorreu no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte (MG).
Investigação segue sob sigilo
O caso permanece sob investigação e com acesso restrito. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, responsável pelos desdobramentos relacionados ao chamado Caso Master, já havia negado o compartilhamento de informações com a CPI do Crime Organizado do Senado.
Na resposta enviada à comissão, o ministro justificou que os dados seguem protegidos devido à continuidade das investigações.
“Em relação a ambos os fatos, remanescem diligências instrutórias pendentes, estando ainda em curso as respectivas investigações, resta inviabilizado, no presente momento, o compartilhamento dos elementos informativos que lhes são correlatos, sem prejuízo de que, em momento ulterior, com o exaurimento das medidas instrutórias ainda em andamento, seja possível promover a reanálise da solicitação de suas excelências”, diz Mendonça.
Veja:
Você está acompanhando o Caso Master?
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da Redação