Cármen “mentiu” para se defender do ataque de Gilmar

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Nesta semana, ao travar uma dura discussão com o ministro Gilmar Mendes sobre o tempo que o TSE levou para julgar o caso do ex-governador Cláudio Castro, a ministra Cármen Lúcia afirmou que atuou de forma célere. Segundo ela, assim que a ministra Isabel Gallotti, então relatora do caso, liberou o processo, ele "imediatamente foi colocado [em julgamento]".

Não é verdade. Gallotti liberou o processo para julgamento no dia 27 de junho. Cármen Lúcia só o levou à votação no dia 4 de novembro.

A discussão entre ela e Gilmar Mendes ocorreu quando o Supremo decidia se, com a renúncia de Cláudio Castro na véspera do julgamento de sua cassação no TSE, a eleição para substituí-lo será direta ou indireta.

Mendes afirmou que a lentidão do julgamento no TSE teria levado a "perplexidades" e "dúvidas" que hoje dificultam a decisão dos ministros do STF sobre as eleições.

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