Enquanto a OAB "dormia", ex-presidentes recebiam R$ 29 milhões do Banco Master

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Mais um inusitado pagamento do Banco Master acaba de vir à tona.  Escritórios jurídicos de dois ex-presidentes da OAB receberam cerca de R$ 29 milhões. Marcus Vinicius Furtado Coêlho e Felipe Santa Cruz, R$ 27,5 milhões e 1,55 milhão, respectivamente.

Esses valores milionários foram revelados por dados da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado.

Inacreditável que uma instituição financeira que desembolsou mais de R$ 500 milhões com a nata da advocacia brasileira esteja envolvida em um escandaloso e bilionário esquema de fraude financeira.

Fica o questionamento sobre qual a função desses advogados. A impressão é de que  funcionavam tão-somente para blindagem jurídica, por isso pagamentos tão vultuosos para o alto escalão da advocacia, sem que se constate o oferecimento de serviços que justificassem honorários tão elevados.

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