13 razões que demonstram que “Bessias” é mais um amigo de Lula a empestar o já fétido STF (veja o vídeo)
16/04/2026 às 12:55 Opinião
Luiz Ignorácio Lula da Çilva, quando candidato do sistema STF/TSE à Presidência da República, acusou Bolsonaro de nomear para o STF dois amigos pessoais: Kássio Nunes Marques e André Mendonça. Com aquela voz catarrenta, gutural, medonha, sempre falsa, sempre mentirosa, sempre pestilenta, Lula da Çilva afirmou que, ao contrário de Bolsonaro, jamais nomeará amigo para o STF, já que a função daquela Corte é zelar pela Constituição da República e não atuar em favor do presidente de plantão. Como sempre, deve-se interpretar o contrário do que fala este Pinóquio compulsivo.
Logo ele, Lula da Çilva, que já colocara no STF Dias Toffoli, seu advogado de campanha eleitoral e seu Advogado Geral da União. Sem falar, claro, de Cármen Lúcia, que nunca largou a mão de Lula. Logo ele, Lula da Çilva, que ao voltar à “cena do crime”, o Palácio do Planalto, limpando a bunda com o que prometera na campanha eleitoral, colocou no STF seu ex-advogado Cristiano Zanin, também seu afilhado de casamento e genro de seu compadre e ‘cumpanhero’ na sacanagem que levou a Varig à falência, Roberto Teixeira. Mas não parou aí, já que para Lula da Çilva, falsidade pouca é bobagem. Levou para o Supremo também seu Ministro da Justiça, ex-governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino.
Este cara, Flávio Dino, em 2020 era - além de governador do ‘pujante’ Estado do Maranhão - membro do CONSÓRCIO NORDESTE que comprou respiradores (com pagamento ANTECIPADO de R$ 48 milhões), supostamente para salvar vidas de pacientes com Covid-19, da firma Hempcare, empresa especializada em medicamentos à base de canabis (maconha), mas sem qualquer relação, ou expertise, com equipamentos hospitalares. Os respiradores, entretanto, jamais foram entregues e o dinheiro dos contribuintes (48 milhões em 2020, pagos antecipadamente, repito) evaporou-se. Não existem informações de quantos nordestinos morreram de Covid-19, em consequência da falta de respiradores.
Só para complementar: o presidente do Consócio Nordeste, na época (2020), era Rui Costa (PT), então governador do Estado da Bahia, o maior reduto petista do Brasil. Rui Costa, talvez pela administração que teve no Consórcio Nordeste, foi brindado por Lula da Çilva com o cargo de MINISTRO-CHEFE DA CASA CIVIL do seu infame governo. Em suma, em termos de nomeações de amigos ao STF, Lula da Çilva ri-se de Bolsonaro como o roto do esfrangalhado. É de um supremo cinismo, este Lula da Çilva!
Voltando à atual indicação de Lula ao STF, a de Jorge Messias, notabilizado como “Bessias’, o estafeta de Dilma, apenas cito as considerações de Paulo Briguet, extraídas de seu artigo publicado na Gazeta do Povo de 13/ 04/2026. Mais não preciso dizer:
“Jorge Messias, o homem que em 2016 era apenas o rapaz que ‘tava indo’ por ordens de Dilma Rousseff, agora pretende sentar-se à mesa do Supremo Soviete. Ascensão meteórica? Nada disso: recompensa por serviços prestados à escória da República.
Aqui estão 13 razões pelas quais o Senado — se ainda tivesse um resto de decência — deveria dizer ‘tchau, querido’ a essa indicação:
1. Office-boy da Dilma: O nome Bessias não surgiu de uma brilhante carreira jurídica, mas de um grampo da Polícia Federal. Sua certidão de nascimento pública é o papel de ESTAFETA encarregado de entregar um salvo-conduto para blindar Lula da prisão. Levou o papel da impunidade e agora quer vestir a toga da justiça.
2. Recompensa do Silêncio: Sua indicação não é por mérito, mas por fidelidade. Entre o “Bessias tá indo” de 2016 e a nomeação de 2025, o único critério foi a lealdade canina ao Partido. No PT, a subserviência é a escada mais rápida para o topo.
3. Procurador da Censura: À frente da AGU, Bessias criou a Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia. Um nome orwelliano para um órgão cujo objetivo real é vigiar, punir e calar a dissidência sob o pretexto de combater a "desinformação".
4. Advogado da morte: Como AGU, Bessias deu parecer favorável à assistolia fetal até os nove meses. Ele defende que a morte do bebê é parte "indissociável" do “direito” ao aborto. É o cristão de conveniência que, na hora da prática, serve ao Dragão Vermelho da cultura da morte.
(Nota de J. J. de E.: A assistolia fetal é um procedimento médico que consiste na injeção de agentes farmacológicos (como cloreto de potássio ou lidocaína) no coração do feto para cessar seus batimentos cardíacos antes de uma interrupção de gravidez avançada, geralmente após 20-22 semanas.)
5. Escudo do MST: Bessias transformou a AGU em um escritório de advocacia para Lula e seus amigos dos movimentos sociais. Ao declarar “mexeu com vocês, mexeu com a gente” para o MST, ele deixou claro que, para ele, a propriedade privada é um detalhe irrelevante diante da agenda ideológica.
6. Inimigo da Lava Jato: Em sua tese de doutorado, Bessias mostra todo seu ódio à operação de combate à corrupção, chamando-a de lawfare. Para ele, a cleptocracia era intocável e o impeachment de Dilma não passou de “golpe das elites”.
7. Marx como bússola: Sua tese acadêmica não busca o conhecimento, mas a revolução. Citando Karl Marx para justificar a intervenção estatal e a censura às redes sociais, Bessias mostra que sua toga será tingida de vermelho antes mesmo da posse.
8. Relator das sombras: Ter como relator de sua indicação o senador Weverton Rocha — alvo de operações da PF por fraudes bilionárias no INSS — diz tudo sobre o ambiente moral da indicação. É o sujo relatando o mal-lavado. (Não por acaso, o AGU negou-se a investigar indícios de desvios no INSS.)
9. Leilão dos Correios: A aprovação de Bessias não se dá por ideias, mas por cargos. Três diretorias dos Correios, empresa sangrando em rombos bilionários, foram oferecidas ao Senado para azeitar a sabatina. A Suprema Corte virou um objeto de troca em balcão de estatal.
10. Desprezo pelos presos políticos: Bessias jacta-se de ter sido o primeiro a pedir a prisão de senhorinhas e pais de família no 8 de janeiro. Para as Déboras do batom, ele reserva o rigor da lei; para os companheiros de cúpula, o abraço do privilégio.
11. O carrapato do poder: De subchefe de Dilma a assistente de Jaques Wagner, Bessias soube bajular o petismo até a vitória de 2022. É o burocrata que se alimenta das sombras até encontrar a luz do orçamento público.
12. Notória ignorância: Tirando o saber notório em entregar papéis e blindar chefes, o que resta a Bessias? Como até o Estadão reconheceu, falta-lhe a estatura jurídica mínima. Sobra-lhe, porém, a militância máxima.
13. Guardião do Regime PT-STF: Se aprovado, Bessias não será um ministro da Suprema Corte, mas um comissário do regime. Ele não vai defender a Constituição, mas desvirtuá-la de todas as formas possíveis para que o projeto de poder do PT seja eterno e inquestionável.
DEFINITIVAMENTE, BESSIAS NÃO DÁ.”
Também sobre a indicação do leva-e-traz, o estafeta de Dilma, o “Bessias”, vale a pena abrir o link abaixo para ouvir as considerações da competente Juíza brasileira, exilada nos Estados Unidos, Ludmila Lins Grillo.
José J. de Espíndola
Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.