

O Brasil amanhece menor.
Morreu Oscar Schmidt, o lendário Mão Santa, nome que transcendeu o esporte e virou símbolo nacional.
Não partiu apenas um jogador. Partiu um capítulo inteiro da história brasileira.
Maior pontuador da história do basquete por décadas, dono de quase 50 mil pontos, herói do histórico ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, recordista olímpico e integrante do Hall da Fama, Oscar não foi apenas extraordinário.
Foi irrepetível.
Seu arremesso virou assinatura.
Sua coragem diante da doença virou lição.
Sua presença virou patrimônio afetivo do país.
Das quadras do Flamengo às jornadas com a Seleção Brasileira, Oscar carregou o Brasil nos ombros — e muitas vezes nas mãos.
Mãos santas.
Hoje o placar está em silêncio.
Mas o legado… esse não sai do jogo.
Jayme Rizolli
Jornalista.













