O mundo se solidariza com Donald Trump

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Autoridades de diferentes nações utilizaram plataformas digitais para expressar solidariedade ao presidente Donald Trump. As manifestações vieram de líderes de países da América Latina, Europa, Ásia e Oceania. As mensagens destacam a rejeição à violência política e o alívio pela segurança dos presentes no evento.

Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela condenou "veementemente o ocorrido". Ela afirmou que "a violência nunca é uma opção para aqueles que defendem os valores da paz".

A presidente do México, Claudia Sheinbaum declarou que a "violência nunca deve ser o caminho".

O gabinete do presidente argentino Javier Milei divulgou comunicado oficial sobre o incidente. O documento "expressa seu mais enérgico repúdio ao novo atentado contra a vida sofrido" por Trump. A nota afirma "celebrar" que "o terrorista tenha sido detido antes que pudesse cometer seu atentado e assassinar alguém". O comunicado registra que Milei "condena veementemente a retórica violenta da esquerda em todas as partes do mundo que promovem esse tipo de ataques".

Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, manifestou-se através da rede social X. Ele declarou estar "aliviado" que o presidente dos EUA, a primeira-dama Melania Trump e todos os convidados estão bem. Carney afirmou: "A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que foram abalados por este evento perturbador".

O primeiro-ministro britânico Keir Starmer disse estar "chocado com as cenas" do jantar. Ele escreveu: "Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais enérgicos possíveis".

Emmanuel Macron, presidente da França classificou "o ataque armado" contra o presidente dos EUA como "inaceitável". Na rede social X, ele escreveu: "A violência não tem lugar em uma democracia. Estendo meu apoio total a Donald Trump".

Kaja Kallas, Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, declarou estar "aliviada" que os presentes estão bem. "Um evento destinado a homenagear uma imprensa livre nunca deveria se tornar uma cena de medo. Desejo ao oficial ferido uma recuperação rápida", escreveu. A declaração refere-se ao agente do Serviço Secreto dos EUA que foi baleado durante o ataque.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que "a violência não tem lugar na política". Ela agradeceu "à ação rápida da polícia e dos socorristas por garantir a segurança dos convidados".

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, declarou em uma publicação no X que o ocorrido é "profundamente perturbador". Costa disse ser "reconfortante que a ação rápida das forças de segurança tenha garantido" que Trump, a primeira-dama e todos os convidados tenham deixado o local em segurança. "A violência política não tem lugar na vida pública e deve ser firmemente rejeitada", escreveu.

Mark Rutte, secretário-geral da Otan, falou em um "ataque às sociedades livres e abertas". Ele declarou: "Nós defendemos a democracia e estamos em solidariedade com os Estados Unidos". O chefe do governo da Espanha, Pedro Sánchez, do Psoe, condenou o ocorrido. "A violência nunca é o caminho. A humanidade só avançará por meio da democracia, da convivência e da paz", declarou em publicação no X.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni declarou que "nenhum ódio político pode encontrar espaço" na democracia. "Não permitiremos que o fanatismo envenene os lugares do livre debate e da informação. A defesa da civilização do confronto deve permanecer como o dique intransponível contra toda deriva intolerante, em tutela dos valores que fundam as nossas nações", escreveu.

O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro disse que "a democracia e quem a defende não podem tolerar ou transigir com violência política".

Anthony Albanese, primeiro-ministro da Austrália, afirmou que está "satisfeito" que Trump e os demais presentes no evento estão bem. Ele escreveu: "Aplaudimos o trabalho do Serviço Secreto e das agências de aplicação da lei por sua ação rápida".

Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia disse estar "aliviado" que Trump saiu "ileso" do ocorrido. Modi declarou: "Estendo meus melhores desejos por sua segurança e bem-estar contínuos. A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser inequivocamente condenada".

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi afirmou estar aliviada que Trump está bem depois do "aterrorizante" ataque. Ela declarou que "a violência nunca pode ser tolerada em qualquer lugar do mundo".

Shehbaz Sharif, primeiro-ministro no Paquistão disse estar "profundamente chocado" pelo "perturbador" ataque. Ele escreveu: "Aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e outros participantes estão seguros. Meus pensamentos e orações estão com ele, e desejo-lhe segurança e bem-estar contínuos".

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu declarou estar "chocado" com a "tentativa de assassinato" de Trump. "Estamos aliviados que o presidente e a primeira-dama estão seguros e fortes. Enviamos nossos votos de uma recuperação completa e rápida ao policial ferido e saudamos o Serviço Secreto dos EUA por sua ação rápida e decisiva", disse.

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