
O “ladrão”, o governo autoritário e o exercício da burrice

29/04/2026 às 18:11 Opinião

Era um evento em Presidente Prudente. Lula era para ter aparecido, mas não deu as caras porque está se recuperando de uma cirurgia. A faixa com a palavra “ladrão” seria, quando muito, comentada na vizinhança. Moradores de bairros mais distantes provavelmente nem ouviriam a falar. Muito menos em outras cidades do país.
Mas daí, como todo governo autoritário não deixa passar oportunidade de exercer sua burrice, a PF, sabe-se lá por ordem de quem, resolveu “intimar”, sem ordem judicial, o cidadão a retirar a faixa. A ação truculenta viralizou. O que era para passar completamente batido, virou notícia nacional.
O escopo do trabalho de Sidônio Palmeira como marqueteiro do governo deveria ser expandido para além da comunicação oficial, e abranger também ações de outros órgãos do governo que podem se transformar em desastres de marketing. Esse é um caso típico. A PF deveria ter consultado o Sidônio se intimidar um cidadão em uma cidade do interior de São Paulo era uma boa ideia.
O marqueteiro vai ter trabalho.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
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