Rejeição de Messias pode marcar o início de uma completa mudança na configuração do STF

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O peso da rejeição de Jorge Messias é muito maior do que se imagina. Pode representar um verdadeiro marco na mudança da configuração do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma publicação nas redes sociais, o ex-procurador Deltan Dallagnol explicou didaticamente exatamente o que pode acontecer. Confira:

“A rejeição de Messias deu à direita a chance de ter uma MAIORIA surpreendente no STF até 2050
Isso depende de 3 coisas importantes acontecerem ao mesmo tempo
Lula e Messias fizeram história. Pela 1ª vez em 132 anos, uma indicação ao STF foi rejeitada pelo Senado.
Mas a notícia GIGANTE dessa história não é a derrota de Lula e Messias, é a oportunidade que ela abre para a direita AGORA em 2026.
A CNN publicou que Alcolumbre já teria dito a senadores que só pauta nova indicação ao Supremo no ano que vem.
Lula tinha dito que não enviaria outro nome ao Senado em caso de rejeição, mas parece ter mudado de ideia.
O ponto é que Alcolumbre já se decidiu: agora só em 2027.
Isso significa que o próximo presidente da República vai indicar não 2, não 3, mas 4 ministros do STF.
Olha o calendário:
Barroso: vaga já aberta.  Fux: sai em abril/2028. Cármen Lúcia: sai em abril/2029.  Gilmar Mendes: sai em dezembro/2030.
4 indicações em 4 anos
Mas ainda não acabou. Se a direita também tomar o Senado em 2026, abrem-se os caminhos para o impeachment de pelo menos 2 outros ministros: Moraes e Toffoli.
Os pedidos já existem. Estão na fila do Alcolumbre, juntando poeira faz tempo.
4 indicações + 2 impeachments = 6 cadeiras reconfiguradas em 4 anos.
Um STF inteiro regenerado, devolvido à técnica jurídica e à Constituição, com 4 novos ministros que irão ditar o tom da instituição pelas próximas décadas.
2026 não é só mais uma eleição presidencial. É a eleição que vai definir o FUTURO DO STF e do Brasil. Por isso a importância de a vaga do Barroso ficar aberta, um presidente de direita ganhar e o impeachment constitucional de Moraes e Toffoli avançarem após a direita tomar democraticamente o Senado
Nunca, em nenhum momento da nossa história republicana, uma eleição teve tanto peso sobre o Judiciário brasileiro e nosso futuro como país.”

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