O progressivo enlouquecimento da esquerda mundial

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No sábado (25 de abril), durante o jantar anual dos correspondentes da imprensa da Casa Branca, a percepção recorrente de que algo vai muito mal na esquerda de modo geral só aumentou.

Cole Tomas Allen, um professor americano de 31 anos, residente na Califórnia, adentrou o local portando rifles e facas com o claro objetivo de assassinar o presidente Donald Trump.

As primeiras notícias davam conta de que seria alguém de comportamento aparentemente normal, mas radicalizado ao ponto de escolher esse comportamento extremista.

Sabe-se também que Cole contribuiu financeiramente para a campanha de Kamala Harris nas últimas eleições presidenciais e que deixou mensagem do que pretendia fazer naquela noite para a família, que minutos antes do atentado avisou a Polícia de Washington D.C. a respeito das intenções de Cole, que tinha como objetivo matar todos os assessores de Trump presentes no local e o próprio Trump como alvo principal.

Muito mais saberemos a partir de agora a seu respeito, se está ligado a alguma organização, como foi o seu processo de radicalização, qual será o seu destino e sua pena. Esses são os fatos.

Mas o que podemos deduzir disso tudo, e mais do que deduzir, afirmar de maneira assertiva é que a ideologia de esquerda, essa que surgiu no mundo a partir da Revolução Francesa, influenciou  Lenin, o responsável pela Revolução Russa de 1917 que deixou milhões de mortos, Lênin esse que tinha admiração por Robespierre, o idealizador do  Reinado do Terror  daquele período, sucedido por outros ditadores com igual pensamento nas décadas posteriores  e a formação de intelectuais da conhecida "Escola de Frankfurt" que disseminaram a idéia de guerra cultural através da infiltração dessa ideologia nas universidades americanas a partir da década de 50 do século passado, é que essa ideologia nefasta nos trouxe a este momento atual, em que mais do que nunca a radicalização e a intolerância comandam as atividades, o comportamento e as vidas desse grupo, que tão doentio vai se tornando  que não admite pensamento destoante e vê todo aquele que da sua ideologia discorde como um inimigo a ser abatido e eliminado.

Essa é a base do pensamento que deu origem à ideologia de esquerda: violência, ressentimento, destruição, escondidos sob o bonito nome de justiça social.

Cole, portanto,  não é uma exceção, podemos dizer, mas a regra da esquerda atual.

O que agora vemos acontecer é o resultado de décadas de infiltração, doutrinação e dominação de mentes incapazes de se defender, tornando-se militantes radicais, ainda que não saibam explicar por que o são.

Na verdade, nada sabem, e são apenas papagaios de repetição sem maiores conteúdos intelectuais.

Acostumados que estavam com a desconstrução do mundo a partir da Revolução de 68, mais conhecida como o "Maio de 68", e que foi um movimento de contestação social, cultural e política que se espalhou pelo mundo, desafiando as estruturas tradicionais da sociedade ocidental com seu conhecido chavão "é proibido proibir", passaram a ver todo aquele que continuou a viver tendo como base os valores tradicionais sobre os quais se ergueu a civilização ocidental como seres retrógrados, de vidas burocráticas e insossas, enquanto a eles foram auto-concedidos os louros de turma descolada, à frente do seu tempo, modernos, inteligentes, fundadores de uma nova sociedade em que família e religião são vistos como valores destinados a desaparecer em alguma fresta do tempo.

E durante décadas assim foi, implantando o seu sistema de desconstrução total daquilo que demorou milênios para ser erguido por aqueles que os antecederam.

Mas eis que os tempos são outros e esses conservadores colocados por tanto tempo no canto da sala, teimam em existir, resistir e reinvindicar seu direito a viver a seu modo, que passa pelo respeito aos valores ancestrais do ser humano.

Desde então, os conflitos se acentuaram, se intensificaram, levando a uma radicalização extrema, onde vemos as mais novas gerações adotando ideias radicais e destrutivas, aliando-se cada vez mais ao lado podre da humanidade, em decadência doentia, psicótica, e que nos leva a afirmar que o abandono de valores humanos que por tantos milênios funcionaram como esteio e motor da vida na Terra está tendo como consequência a deterioração mental desse grupo cada vez mais agressivo, radical, conduzido pelo ódio enquanto acusam de ódio aqueles que eles mesmos odeiam.

Sendo assim, o que é preciso dizer neste momento tenso da humanidade, neste tempo de decisões importantes a respeito de quem somos e pelo que desejamos nos engajar para não desaparecer levados para o abismo por esses grupos idiotizados e emburrecidos é o seguinte: Lutem, lutem, lutem.

Como dizia o grande Roger Scruton, filósofo britânico morto em 2020:

"Nós, conservadores, somos chatos, mas estamos certos."

Não desistam jamais.

Silvia Gabas. @silgabas

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