Padrasto acusado de matar criança é baleado, socorrido e novamente alvejado mortalmente dentro da ambulância

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Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, foi morto a tiros neste sábado (2) em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. O homem era acusado de ter assassinado o enteado de oito anos na sexta-feira (1º/5). A execução aconteceu dentro de uma ambulância que transportava Luan.

Equipes da Polícia Militar (PM) foram acionadas para atender a ocorrência de um homem baleado no bairro Ribeirópolis. Um indivíduo interceptou a ambulância durante o transporte da vítima e efetuou novos disparos.

Quanto a criança de oito anos ela deu entrada na UPA do Jardim Casqueiro em parada cardiorrespiratória na sexta-feira. Os médicos da unidade confirmaram a morte logo na sequência. Os profissionais de saúde identificaram diversas lesões no corpo da vítima.

Os médicos apontaram lesões de unha na região do pescoço e lábio superior. Foram constatados hematomas e equimoses no abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas. As marcas foram classificadas como "compatíveis com maus tratos".

A mãe da criança apresentou inicialmente uma versão dos fatos à polícia. Ela afirmou que estava em casa com o filho e com Luan quando o companheiro mandou a criança tomar banho. A mulher relatou ter cochilado por 10 minutos. Ela acordou com a criança inconsciente caída no banheiro. O companheiro estava fora de casa.

A mãe mudou de versão posteriormente. Ela contou que estava fazendo os cílios em um salão de beleza quando Luan chegou ao estabelecimento desesperado. O homem teria dito que a criança estava passando mal. Ele afirmou que o menino deveria ser levado ao hospital.

Luan levou mãe e filho à unidade de saúde. Ele deixou o local logo na sequência. O homem alegou que iria buscar os documentos da criança. Luan entregou os papéis para a tia da vítima. Ele não retornou mais ao hospital.

Câmeras do circuito de segurança do condomínio onde a família morava registraram o momento em que Luan deixa o apartamento. As imagens mostram o homem carregando a criança desacordada nos ombros. As gravações e o depoimento da dona do salão de beleza corroboram a segunda versão apresentada pela mãe da criança.

A mulher afirmou que o filho estava bem quando ela saiu de casa para ir ao salão de beleza. Luan não respondeu mais às suas mensagens após deixá-la no hospital com o filho. O caso foi registrado como homicídio contra menor de 14 anos pela Delegacia de Polícia de Cubatão.

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