
Mendonça destrói argumento da relatora Cármen Lúcia e defende veto de pais a temas de gênero nas escolas

04/05/2026 às 08:39 Direito e Justiça

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta sexta-feira (1°) para manter a validade de uma lei do Espírito Santo que permite a pais e responsáveis vetar a participação de estudantes em atividades pedagógicas sobre identidade de gênero e orientação sexual.
A norma, Lei nº 12.479/2025, garante às famílias o direito de impedir que filhos participem de conteúdos relacionados ao tema em escolas públicas e privadas.
Em voto no plenário virtual, Mendonça afirmou que a legislação não proíbe o ensino desses conteúdos. Segundo o ministro, a regra apenas assegura a participação da família na definição do momento em que crianças e adolescentes terão contato com temas que podem "conflitar com valores pessoais".
A divergência contrapõe o entendimento da relatora, ministra Cármen Lúcia, que votou pela inconstitucionalidade da lei. Para ela, o estado invadiu a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação.
Mendonça, por outro lado, diz que a norma trata de proteção à infância e à juventude, e não de currículo educacional. Na avaliação do ministro, a lei amplia a participação dos responsáveis no processo educacional sem impedir o acesso ao conteúdo por outros alunos.
Estamos sobrevivendo graças a ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os "assuntos proibidos" no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!









