
Fux será o relator de ação que busca derrubar sabatina que rejeitou Messias

06/05/2026 às 21:33 Direito e Justiça

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu designar o ministro Luiz Fux como responsável por conduzir a análise de uma ação que questiona a recusa do nome de Jorge Messias para ocupar uma vaga na Corte. A indicação havia sido feita pelo petista Lula, mas acabou rejeitada pelo Senado na semana anterior.
O processo judicial, que ficará sob relatoria de Fux, levanta questionamentos sobre a atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Segundo a argumentação apresentada, a divulgação antecipada do desfecho da votação teria comprometido a legitimidade do procedimento legislativo.
A iniciativa foi protocolada pela Associação Civitas para Cidadania e Cultura. A entidade sustenta que, antes mesmo da conclusão oficial da votação, Alcolumbre teria afirmado que Messias iria “perder por oito”, o que indicaria uma possível influência indevida no processo decisório.
No entendimento dos autores da ação, a liberdade de voto dos parlamentares foi prejudicada. Conforme declararam:
"A liberdade de voto do parlamentar é prerrogativa inerente ao exercício do mandato representativo e pressupõe um processo livre, desembaraçado e, sobretudo, autêntico. Quando o resultado é antecipado e formalmente conhecido antes da conclusão da votação, essa liberdade é frustrada. O senador não vota segundo sua consciência, mas executa um roteiro previamente definido".
Uma promoção limitada está chamando a atenção de leitores interessados em política, liberdade de expressão e debates sobre censura no Brasil. Um COMBO com cinco "livros-bomba" que abordam os bastidores do poder, decisões judiciais controversas e disputas ideológicas recentes está sendo vendido por apenas R$ 29,90 para atingir todo o país. Caso queira conhecer os livros e não perder essa oportunidade, clique no link abaixo:
https://conteudoconservador.news/kit-5-livros-digitais/
Aproveite enquanto esses livros ainda estão disponíveis... Nunca se sabe do que a censura é capaz!













