Ex-governador é condenado a 25 anos de prisão pelo STJ, mas defesa ainda tem uma ‘carta na manga’

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Os ministros da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenaram, nesta quarta (6), o ex-governador do Acre, Gladson Camelí, a 25 anos e 9 meses de prisão por crimes de organização criminosa, fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro. O ex-mandatário ainda foi declarado inelegível.

A pena deve ser cumprida em regime fechado. Camelí renunciou ao cargo de governador em abril, para concorrer ao Senado nas eleições de outubro.

Ele foi denunciado pela PGR sob a acusação de integrar um esquema de desvio de recursos públicos envolvendo a contratação da empresa Murano Construções, que teria recebido 18 milhões de reais dos cofres públicos para obras no estado.

Entretanto, a defesa de Cameli tem uma carta na manga e vai utilizar para recorrer da decisão do Superior Tribunal de Justiça. Não foi observada decisão do Supremo Tribunal Federal que declarou a ilegalidade da origem da investigação.

De acordo com os advogados do ex-governador o julgamento do STJ ocorreu sem que a defesa tivesse a oportunidade de se manifestar e exercer plenamente o contraditório. Eles alegam que plena convicção de que a decisão do STJ será anulada.

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