O embate entre a DPU e Moraes: Órgão se recusa a dar verniz de legalidade a um processo repleto de nulidades
07/05/2026 às 14:19 Opinião
Esse é mais um capítulo escabroso do ESTADO DE EXCEÇÃO que o Brasil atravessa.
Eduardo Tagliaferro era, na prática, o chefe da censura na Justiça Eleitoral. Ele mesmo CONFESSOU que o órgão que deveria combater "desinformação" foi utilizado para censurar e perseguir a direita.
Ao invés da sua denúncia ter se transformado numa investigação sobre a conduta de Moraes e da própria Justiça brasileira, Tagliaferro passou a ser perseguido, alvo de um pedido de prisão e de extradição, já que ele se mudou para a Itália.
Temos, mais uma vez, Moraes atuando como juiz numa causa que lhe diz respeito, visto que ele presidia a Justiça Eleitoral em 2022, justamente no período em que Tagliaferro operava como diretor do órgão de "combate à desinformação".
O que já é gravíssimo fica ainda mais kafkiano, quando o próprio Moraes atropela procedimentos legais para acelerar o processo contra Tagliaferro, ordenando que a Defensoria Pública apresente sua defesa, mesmo ele não tendo sido devidamente citado no processo.
A própria DPU tem se negado a prestar esse papel, de dar um verniz de legalidade num processo cheio de nulidades.
Não podemos esquecer do papel VERGONHOSO do procurador-geral, referendando essa verdadeira perseguição.
Até quando?
Leandro Ruschel.
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da Redação