Historiador esquerdista finalmente deve pagar por seus atos bizarros contra cristãos
10/05/2026 às 14:44 Direito e Justiça
O jornalista, escritor e historiador esquerdista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, foi indiciado pela Polícia Civil por crime de discriminação religiosa contra evangélicos.
A investigação foi conduzida pela Delegacia de Combate à Intolerância e teve como base um vídeo publicado em janeiro, no qual o comunicador fez críticas ao direito de voto de integrantes do segmento evangélico.
Na gravação, posteriormente retirada da internet por determinação judicial, Peninha teria classificado os religiosos como “nefastos e desprezíveis”. O conteúdo passou a ser alvo de apuração após repercussão nas redes sociais e denúncias relacionadas a possível intolerância religiosa.
Durante depoimento prestado à polícia, Eduardo Bueno optou por permanecer em silêncio e não respondeu aos questionamentos apresentados pelos investigadores.
Em nota oficial, a defesa do jornalista afirmou que as declarações do comunicador estariam amparadas pela liberdade de expressão e negou a prática de crime.
Com o indiciamento concluído, o caso seguirá agora para análise do Ministério Público, que decidirá se apresentará denúncia formal à Justiça com base na Lei Federal 7.716/89, que trata de crimes resultantes de preconceito e discriminação.
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da Redação