Lula e Trump e o desaparecimento da caneta de ouro

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O clima ficou tenso quando as portas se fecharam. Trump, sempre perspicaz e atento aos detalhes, observou que assim que entraram na sala, Lula deitou seu olhar não sobre os quadros nas paredes, não sobre os livros ricamente encadernados na estante, mas sobre a caneta de ouro que repousava na mesinha de centro.

"Quer um uísque?", perguntou Trump. Lula queria, mas quando viu o rótulo, um mero malte de 300 dólares a garrafa, recusou, porque já havia passado o tempo de tomar uísque barato. "Não, tô de boa", respondeu Lula, com seu português retirado de "A Relíquia" de Eça de Queiroz.

O que aconteceu em seguida, os melhores cronistas políticos não encontram par em nenhuma outra situação real, obrigando-os a comparar o episódio com o "Duelo" em Sagarana, ou com a perseguição perversa e patológica em "Os Miseráveis".

Foi como um leão e uma fuinha fechados em uma jaula. Enquanto o leão rodeava calmamente seu alvo, mantendo  um olhar fixo e decidido, a fuinha saltava de um lado para outro, furiosa e desesperada, consciente de que manter-se reta e sem curvas seria sua ruína.

Do lado de fora, a curiosidade e a indiscrição eram imensas, mas mesmo colando os ouvidos na porta, assessores, secretárias e jornalistas apenas ouviam fragmentos: "... Bolsonaro, não!...."; "... Esse seu uísque barato!..."; "O dinheiro dos brasileiros é meu! ..."; "... Fale você com o careca!...". Tudo isso se deu entre barulhos de cadeiras, vasos e copos se chocando contra as paredes.

Quando tudo terminou, o Lula que saiu por aquela porta não era o mesmo que tinha entrado. Estava exausto, com um semblante no qual se mesclava o gosto amargo da derrota com a contrariedade típica de um Don que não foi ouvido.

Trump deixou o estadista de Garanhuns se retirar sozinho.  Ele permaneceu na sala. Com as mãos para trás, com uma postura quase militar, ficou por um tempo olhando através da janela, admirando seu imenso jardim. Quando se virou para se retirar, notou que a caneta de ouro havia desaparecido.

Marco Frenette. Jornalista e escritor.

Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro "O Homem Mais Desonesto do Brasil - A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva".  Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo:

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Veja a capa:

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