Empresário testa a escala 5x2 e o resultado é extremamente revelador
09/05/2026 às 17:17 Economia
O empresário e chef gaúcho Marcos Livi, sócio-fundador do grupo Bah, revelou que decidiu encerrar a adoção experimental da escala 5×2 em parte de suas operações após considerar os resultados insatisfatórios. O modelo foi aplicado entre janeiro e março deste ano em cinco restaurantes e um hotel administrados pelo grupo.
Em entrevista concedida ao jornal Folha de S.Paulo, Livi explicou que a experiência envolveu unidades localizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Atualmente, o empresário comanda oito empreendimentos e mantém mais de 150 colaboradores em sua estrutura.
Conforme relatado por ele, um dos principais obstáculos observados durante o período de testes foi a dificuldade de adaptação dos funcionários à nova organização da jornada. Como a carga semanal permaneceu em 44 horas, houve necessidade de ampliar o expediente diário dos trabalhadores.
"O entendimento [da escala 5×2] pelos colaboradores foi dificílimo. Como a jornada de trabalho continuou de 44 horas, isso fez com que aumentasse em uma hora a carga nos dias trabalhados, o que mexeu na rotina das pessoas", afirmou.
Segundo Livi, os impactos foram sentidos principalmente por empregados com filhos ou compromissos ligados aos estudos, já que o aumento do tempo diário de trabalho alterou horários familiares e atividades pessoais. Participaram da experiência os restaurantes Brique, Quintana Bar e Veríssimo Bar, em São Paulo, além do restaurante Vistta, em Santa Catarina, e do Cozinha Ana Terra, situado no hotel Parador Hampel, no Rio Grande do Sul.
O empresário também destacou consequências operacionais e financeiras decorrentes da mudança. De acordo com ele, a necessidade de reforçar equipes para cobrir folgas elevou custos e afetou a dinâmica do atendimento.
"Houve redução na gorjeta paga pelo cliente, afinal [no 5×2] tem que dividir por um número maior de colegas de trabalho. E a produtividade do negócio também caiu, porque para cada dois colaboradores eu tinha que ter um terceiro que cobrisse as folgas", declarou.
Ainda conforme o chef, a iniciativa teve como objetivo analisar, na prática, os possíveis efeitos de uma eventual alteração na legislação trabalhista brasileira, em meio às discussões envolvendo o fim da escala 6×1. Após três meses de avaliação, entretanto, a empresa optou por retomar o sistema anterior de trabalho. Segundo ele, a decisão “deixou a equipe aliviada”.
Livi também fez críticas às propostas de alteração da jornada defendidas por setores alinhados ao governo Lula. Na visão do empresário, mudanças obrigatórias no modelo de trabalho podem provocar perda de qualidade nos serviços e impactos no mercado de empregos.
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da Redação