
Clínica foi autuada 3 vezes antes da morte da magistrada

09/05/2026 às 18:12 Sociedade

A Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo encontrou irregularidades na clínica Invitro Reprodução Assistida, em Mogi das Cruzes, onde a juíza Mariana Francisco Ferreira realizou uma coleta de óvulos para fertilização in vitro antes de morrer, aos 34 anos.
Segundo a Secretaria de Saúde, fiscais identificaram problemas em lotes de agulhas de aspiração, como ausência de rastreabilidade e falta de informações sobre fabricante, importador e registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Os materiais foram interditados e a clínica autuada. O local já havia recebido três autuações anteriores por outras irregularidades.
Mariana passou pelo procedimento na segunda-feira (4) e, após voltar para casa, começou a sentir dores intensas e frio. Ela retornou à clínica com quadro de hemorragia vaginal, recebeu atendimento inicial e foi encaminhada para a maternidade Mogi Mater, onde ficou internada na UTI e passou por cirurgia.
Na madrugada de quarta-feira (6), a magistrada sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e morreu após tentativas de reanimação. A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso como morte suspeita e solicitou exames ao Instituto Médico-Legal e ao Instituto de Criminalística.
Natural de Niterói, Mariana atuava na Vara Criminal de Sapiranga (RS) e era considerada uma magistrada dedicada e entusiasmada. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decretou luto oficial de três dias pela morte da juíza.
Estamos sobrevivendo graças a ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os "assuntos proibidos" no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!










