
Folha recebe repúdio por inacreditável sátira com a morte de magistrada

10/05/2026 às 05:42 Direito e Justiça

Uma charge de autoria de Marília Marz causou indignação generalizada e expôs o verdadeiro esgoto em que foi parar a nossa sociedade.
Os meios de comunicação adotaram como rotina o ataque ao Poder Judiciário, notadamente depois que o Supremo Tribunal Federal colocou os magistrados de todo o país como bode expiatório para desviar o foco dos escândalos protagonizados por seus ministros. Assim, os juízes que de fato são juízes — aqueles que não assumiram cargos por indicação política, mas por mérito — estão sendo submetidos à ridicularização país afora.
Ainda assim, não se imaginava que esse desgaste se manifestaria justamente em meio a uma tragédia tão sensível para a família da juíza Mariana Francisco Ferreira.
Defender empatia em momentos de luto não é pedir censura. É pedir humanidade.
Uma sociedade que perde a capacidade de reconhecer a humanidade de seus juízes começa, silenciosamente, a perder também o compromisso com a própria Justiça.
A morte trágica e prematura da juíza Mariana Francisco Ferreira merecia respeito. Ela faleceu após complicações graves, uma hemorragia, decorrente de um procedimento médico doloroso: a coleta de óvulos para fertilização "in vitro". Ela era uma mulher lutando para realizar o sonho de ser mãe. E a Folha faz isso justamente na véspera do dia da mães.
Lamentável.

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