O último ato do grande "garanhão"

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Contam as más línguas e as boas também, que em um país fictício onde até a verdade circula fantasiada de piada, existia um líder já GAGÁ, tão apaixonado pela própria virilidade política, que sentia um enorme prazer em transformar as reuniões com seus ministros, não raro em exibições de testosterona verbal, batendo na mesa como quem tenta afugentar a própria insegurança, repetindo sempre diante dos obedientes auxiliares: - o macho daqui sou eu - aplaudido pelos pobres coitados domesticados pelo contracheque e pelo medo de perder a boquinha, que além de balançar a cabeça com a convicção de focas treinadas em parque aquático estatal, se desdobravam em “frouxos” de risos.

Mas como todo império tropical tem seu momento de dramaturgia, dizem que um dia, um dos seus mais fiéis escudeiros, homem tão dedicado ao chefe que ganhou o apelido de “marmita de corrupto preso” por suas peregrinações semanais ao cárcere, onde por mais de um ano residiu seu amo e senhor, resolveu um dia morrendo de medo, recordar discretamente certos capítulos da biografia afetiva do grande comandante, lembrando com voz humilde — aquela humildade perigosíssima que antecede terremotos políticos — que foi o condutor de uma bonita mulher para revezar com ele  as visitas semanais.

O Garanhão Supremo, irritado como um pavão sem espelho, apenas rugiu: — E daí?!

Veio então a frase que, segundo os fofoqueiros da República das Bananas Nervosas, congelou o ar da sala: — Daí que, se eu revelar os frequentadores e a localização do sítio onde o senhor a conheceu antes de ser preso....

Silêncio sepulcral onde podia-se ouvir o barulho de uma mosca voando com um risinho cínico, aquele tipo de silêncio que em política vale mais que delação premiada, mais que gravação vazada e mais que editorial indignado de jornal subsidiado, porque em países fictícios todos homens de confiança somente temem o ditador até quando o barco começa a afundar e é nesse instante que o macho alfa do regime percebe que

o problema nunca é a oposição e o verdadeiro perigo sempre está sentado à sua mesa, colocando comida em sua boquinha a exemplo de um italiano seu antigo Chefe da Casa Civil que um dia afirmou em delação premiada que teria atuado como intermediário de repasses ilícitos – dinheiro vivo em caixas de uísque – enviados por uma poderosa empreiteira, acusações que foram negadas e consideradas sem comprovação suficiente para irem adiante.

Em se tratando de uma peça teatral, CAI O PANO!

José H.C. Abreu.

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