
Desembargadora e juíza viram rés por propina por meio de joias e obras de arte

11/05/2026 às 08:42 Direito e Justiça

Duas mulheres, duas magistradas, ambas denunciadas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo crime de corrupção passiva. As duas togadas foram alvo da Operação Faroeste, que investiga um esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia. As duas magistradas estão afastadas de seus cargos há 2 anos, desde abril de 2024, mas sempre receberam os seus respectivos salários, de quase R$ 50 mil.
A desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e a juíza Marivalda Alves Moutinho, ambas do Tribunal de Justiça da Bahia.
Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, as magistradas teriam ocultado valores supostamente recebidos como propina por meio da compra de joias e obras de arte, declarações falsas de imposto de renda e uso de contas bancárias de “laranjas”, entre outras estratégias de lavagem de dinheiro.
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