As imprensas do sistema não se decidem: Intercept publicou R$ 134 milhões, Metrópoles R$ 61 milhões, Globo 2 milhões...

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Que ninguém pense que a esquerda, que está no poder com a chave do cofre, vai colocar o rabo entre as pernas e admitir que perdeu. O sistema vai fazer de tudo, a qualquer preço, para recolocar no comando alguém que represente o retorno da velha dobradinha PSDB-PT — só que agora com novas siglas e os mesmos velhos donos do poder.

Os ataques à honra de Flávio Bolsonaro vão recomeçar. Ou melhor: vão continuar.

Lembrem-se: logo após ser eleito senador, Flávio teve o sigilo bancário quebrado e vazado de forma ilegal. Sua vida já vinha sendo investigada em sigilo havia dois anos, ainda quando era deputado estadual.

Se tivessem encontrado algo realmente comprometedor, não teriam precisado de uma ordem judicial em abril de 2019 para quebrar o sigilo de 86 pessoas e nove empresas ligadas ao seu antigo gabinete na Alerj. Descobriram que pelo menos oito dessas pessoas nem sequer conheciam o senador — o número caiu para 86. Não satisfeitos, em junho do mesmo ano determinaram a quebra de mais oito sigilos. Não encontraram nada.

E não podemos esquecer que tudo o que vem do The Intercept — o “órgão de imprensa” do PSOL — não merece credibilidade. Foram eles que tiveram papel fundamental para enterrar a Lava Jato ao publicar, em 2019, mensagens hackeadas do Telegram dos procuradores da força-tarefa. Se aquelas conversas fossem verdadeiras, Sergio Moro e toda a equipe estariam condenados e presos hoje. O próprio Glenn Greenwald, à época casado com o deputado David Miranda (PSOL), usou o material para desmoralizar a operação e pavimentar o caminho para a soltura de Lula.

Você ouve falar dos membros do PT com ligações diretas com o Banco Master? Nem uma palavra.

O escândalo que explodiu em 2025 tem DNA baiano. Nasceu do esquema de crédito consignado da Credcesta, criado e blindado nos governos petistas da Bahia. Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado, intermediou a contratação de Guido Mantega por R$ 1 milhão por mês como “consultor” do banco. A nora de Wagner recebeu pelo menos R$ 11 milhões do Master via BK Financeira. E o ex-governador Rui Costa assinou decreto que prendia servidores em juros altíssimos para favorecer o banco — gerando um rombo multibilionário aos cofres públicos.

Silêncio absoluto da grande mídia “progressista”.

Foto de Lucia Sweet

Lucia Sweet

Jornalista

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