O regime já está perseguindo até quem ajudou em sua implantação
14/05/2026 às 11:05 Opinião
Flávio recebeu 134 milhões de Vorcaro, absurdo!
Não, pera, foram 61 milhões? Decepção, tapa na cara dos eleitores!
Epa! Não foi 61? Foram 2 milhões?
Ah! E não foi pro Flávio, foi para um filme sobre o Jair?
Mesmo assim, suspeito hein?
Uai....a produtora comprova que não recebeu dinheiro algum de Vorcaro?
Ele prometeu, mas não pagou?
Zzzzzzzz.....
E as rachadinhas hein?
E a investigação no STF por calúnia de ter levantado suspeitas de envolvimento de Lula com Maduro?
Flávio que se cuide, a facada em seu pai ainda está fresca em nossa memória e os mandantes livres e impunes.
Mas não para por aí:
Eduardo Bolsonaro, Daniel Silveira, Gayer, Van Hatem, Ramagem, Gilvan, deputados suspensos por ocuparem a mesa da Câmara (fato corriqueiro e nunca punido entre petistas), além de 83% das ações em curso no STF serem contra deputados da direita.
Sem contar os jornalistas perseguidos, até o pobre do Monark, cujo processo fora arquivado, volta a responder acusação de apologia ao "Nazi", sujeito a multa de 4 milhões, após o promotor do caso ter sido substituído por um ex-candidato do PSOL.
Decreto de "Regulação das Redes" do governo prestes a ser publicado, inquérito do fim do mundo já anunciado que "não termina antes da eleição" (confissão publica de que continuará sendo usado para perseguir a oposição, Flávio e Zema já incluídos, até Alessandro Vieira, autor do PL 2630, também conhecido como PL da censura).
O regime já está perseguindo até quem ajudou em sua implantação.
Mas tem gente que insiste na trairagem à direita e embarca nas farsas da esquerda, com a única intenção de tentar tirar proveito e detonar Flávio Bolsonaro.
Não é mesmo Zema, Salles, Constantino, Revista Oeste, Gazeta do Povo e cia?
Seria bom essa gente procurar saber o que será o Granite Act, inspirado nas ações de Alexandre de Moraes e divulgado por Martin De Luca essa semana.
O jogo tende a ficar ainda mais sujo, mas as sanções vindas do Norte também tenderão a ser ainda mais severas.
Pedro Possas. Médico.
da Redação