O conturbado histórico do Procurador-Geral do Estado do RJ

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Renan Miguel Saad chegou a ser preso em 2019, suspeito de ter recebido mais de R$ 1,2 milhão da Odebrecht.

Ele também é suspeito de ter sido um dos autores de uma revisão tarifária do Estado com a Naturgy, a concessionária de gás.

A revisão terminou onerando os consumidores ao não levar em conta uma decisão da Agenersa, a agência reguladora, que previa redução de 6% na margem de distribuição do gás da CEG.

Desta vez, ele atrai novamente os holofotes, como um dos alvos da operação Sem Refino, acusado dessa vez de beneficiar a Refit.

É tudo uma questão de DNA.

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