
O que era para destruir Flávio acabou produzindo o efeito contrário. Entenda (veja o vídeo)

16/05/2026 às 09:06 Opinião

Tentaram transformar um áudio vazado em destruição de reputação. O resultado? Flávio Bolsonaro ganhou quase 39 mil seguidores em apenas um dia.
E isso revela algo que parte da imprensa e da elite política ainda não entendeu sobre o brasileiro.
O brasileiro pode até tolerar erros. Mas ele rejeita injustiça percebida.
Quando uma narrativa parece exagerada, forçada ou construída apenas para assassinar reputações, ela perde força emocional. E foi exatamente isso que aconteceu.
Ao invés de se esconder, Flávio Bolsonaro fez o oposto do que muitos fariam: enfrentou.
Foi para entrevistas, ocupou espaço, respondeu rapidamente e não transmitiu medo.
Na política moderna, silêncio prolongado transmite culpa. Presença transmite enfrentamento.
Existe ainda outro fenômeno importante: saturação moral narrativa.
Depois de anos vendo escândalos bilionários, esquemas estruturados e casos gravíssimos de corrupção no país, grande parte da população simplesmente não enxergou proporcionalidade entre o ataque e o conteúdo apresentado.
E quando o ataque parece maior que o fato, parte da população reage de forma quase instintiva: protegendo quem está sendo alvejado.
Foi exatamente aí que a estratégia virou contra quem tentou executá-la.
Mais uma vez, fica claro: narrativa sem conexão emocional não destrói reputação. Às vezes, fortalece identidade.
Emílio Kerber Filho
Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral












