
Final do filme sobre Bolsonaro é um recado direto...

17/05/2026 às 19:00 Política

O longa-metragem “Dark Horse”, produção inspirada na trajetória política de Jair Bolsonaro encerra sua narrativa com uma cena que sugere a existência de uma conspiração envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal contra o ex-presidente.
De acordo com o roteiro completo da obra, obtido pela imprensa, a sequência final ocorre durante a posse presidencial de Bolsonaro em 2018. A cena mostra uma reunião na residência de Paulo Pontes, personagem fictício conhecido pelo apelido de “Cicatriz”, apresentado como principal antagonista da trama.
Segundo o enredo, o personagem teria sido preso por Bolsonaro em 1985 e, desde então, alimentaria um desejo de vingança contra o então deputado federal. O roteiro descreve Pontes como um poderoso criminoso ligado ao narcotráfico e mentor intelectual de uma conspiração política.
Na última cena do filme, um homem descrito como magro, careca e de postura séria participa da reunião ao lado dos conspiradores. O texto do roteiro sugere explicitamente que o personagem poderia ser um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Enquanto a cerimônia de posse presidencial aparece na televisão, os participantes se acomodam ao redor de uma mesa. Em seguida, Paulo Pontes desliga o aparelho, encerrando a narrativa com a tela escura antes do epílogo final.
O desfecho do filme apresenta ainda uma sequência textual sobre acontecimentos posteriores envolvendo Jair Bolsonaro.
“Em 2022, Bolsonaro perde a reeleição por um ponto e meio. Acusações de manipulação eleitoral e fraude se alastram. Manifestações ocorrem por todo o Brasil, em sua maioria pacíficas. Mas muitos são presos. Em 2025, Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe, condenado e sentenciado a 43 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal. Fim”, afirma o epílogo exibido na obra.
As gravações do longa ocorreram no fim do ano passado, principalmente em locações no estado de São Paulo. Segundo integrantes da família Bolsonaro, o financiamento teria sido obtido por meio de um fundo de investimentos sediado no Texas, nos Estados Unidos.
O roteiro foi escrito integralmente em inglês, idioma também utilizado nas falas dos personagens.
Na produção, Jair Bolsonaro é retratado como um azarão na disputa presidencial, enquanto Michelle Bolsonaro aparece como uma esposa preocupada constantemente com a segurança e a saúde do marido.
Já Flávio Bolsonaro surge no filme como senador responsável pela estratégia de comunicação da família. Em uma das cenas, ele coordena ações para desmentir rumores falsos sobre a morte de Bolsonaro após o atentado a faca durante a campanha eleitoral.
Além de personagens reais, o longa apresenta figuras fictícias criadas para desenvolver a narrativa. Entre elas está Lara Clarke, jornalista que inicialmente tenta prejudicar a imagem do então candidato, mas posteriormente passa a investigar uma suposta conspiração relacionada ao atentado.
Outros personagens incluem Tato, intermediário encarregado de contratar o agressor “Aurélio” para executar o ataque, e Luis Ancantara, integrante da campanha retratado como traidor infiltrado entre os aliados de Bolsonaro.
Também aparece na trama Hugo Betão, descrito como amigo de longa data e protetor informal de Jair Bolsonaro, caracterizado por sua lealdade ao ex-presidente ao longo da história.
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