
Parada cardíaca mata ídolo do Vasco e da Seleção Brasileira

18/05/2026 às 08:57 Sociedade

O futebol brasileiro amanheceu de luto nesta segunda-feira (18), com a morte de Geovani Silva, um dos nomes mais talentosos da história do Vasco da Gama. Ex-meia de técnica refinada e personalidade marcante dentro de campo, ele morreu aos 62 anos após enfrentar uma série de complicações de saúde nos últimos meses.
Conhecido carinhosamente como “Pequeno Príncipe”, Geovani teve a morte confirmada pelo filho nas primeiras horas do dia. Desde o ano passado, o ex-jogador enfrentava um quadro clínico delicado, que logo se agravou após uma internação em Vitória. Em junho de 2025, ele sofreu três paradas cardiorrespiratórias dentro do apartamento onde morava, em Vila Velha, no Espírito Santo, e então precisou ser levado para a Unidade de Terapia Intensiva.
A notícia logo mobilizou torcedores, ex-companheiros e clubes ligados à trajetória do ídolo capixaba. Afinal, Geovani não apenas marcou época no Vasco, como também ajudou a escrever capítulos importantes do futebol nacional.
Natural do Espírito Santo, Geovani iniciou a carreira profissional ainda muito jovem. Aos 16 anos, já integrava o elenco principal da Desportiva Ferroviária. Em seguida, pouco depois, participou da conquista do Campeonato Capixaba de 1980, desempenho que chamou atenção do Vasco.
A transferência para o Rio de Janeiro aconteceu quando ele tinha apenas 18 anos. A partir dali, começou uma das trajetórias mais respeitadas da história cruzmaltina. Com habilidade acima da média, visão de jogo diferenciada e enorme capacidade de decisão, o meia virou referência em São Januário e ganhou o apelido de “Príncipe da Colina”.
Durante as décadas de 1980 e 1990, Geovani participou de campanhas memoráveis e conquistou cinco títulos estaduais pelo clube carioca. Até hoje, muitos torcedores o colocam entre os maiores jogadores que já vestiram a camisa vascaína.
Além da história construída no Brasil, Geovani também levou seu futebol para o exterior. O ex-meia atuou pelo Bologna, da Itália, pelo Karlsruher, da Alemanha, e ainda defendeu o Tigres, do México. Mesmo longe do país, manteve o estilo técnico que sempre o destacou nos gramados.
Na Seleção Brasileira, o talento apareceu cedo. Em 1983, conquistou o Mundial Sub-20 e o Sul-Americano Sub-19, torneios que consolidaram sua projeção internacional. Mais tarde, participou da campanha vitoriosa da Copa América de 1989, título importante da geração brasileira naquele período.
Com a morte de Geovani, o futebol perde um jogador histórico, enquanto o Vasco se despede de um de seus símbolos mais queridos.
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