Ninguém aguenta mais viver numa nação onde o bandido é “vítima”, a opinião é crime e o corrupto é protegido

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Não apenas eu, mas qualquer brasileiro que queira livrar o país da devastação causada pelas décadas da dobradinha PT-PSDB e seus partidos filhotes votará no único candidato capaz de derrotar a esquerda — seja ela extrema, envergonhada, lucrativa, centro ou “moderada”.

O Brasil é o país mais rico do mundo em recursos naturais e, paradoxalmente, um dos mais pobres em capital humano.

Ninguém aguenta mais viver numa nação onde a classe dominante trata o bandido como vítima, transforma opinião em crime e protege o corrupto. Quem se opõe a esse estado de coisas é perseguido com fúria.

Enquanto a Lei Rouanet acumula R$ 22 bilhões sem prestação de contas, com 29.700 projetos pendentes, segundo relatório do TCU, Flávio Bolsonaro apenas falou em patrocínio privado para um filme sobre seu pai. O próprio Flávio Bolsonaro está pedindo a CPI para esclarecer quem são os verdadeiros corruptos, enquanto quem o acusa sem ilícitos cometidos não quer que ela aconteça.

Essa falsa acusação sobre o Flávio Bolsonaro é o ensejo para não se falar mais sobre os últimos escândalos bilionários, como a fraude no INSS — Operação Sem Desconto, que desviou bilhões de aposentados e pensionistas, com possível participação de nomes como o irmão de Lula, Frei Chico, vice-presidente do Sindnapi, alvo da PF, e do filho Lulinha.

Saiu do noticiário o próprio escândalo do Banco Master, que tem o DNA do PT desde o início e envolve Rui Costa, ministro do atual governo, presente na reunião com Vorcaro — conforme noticiado pelo Poder360 — em que Lula mandou Vorcaro não vender o banco ao BTG porque trocaria o presidente do Banco Central.

Tem mais. O rombo recorde nas estatais federais (mais de R$ 4,1 bilhões só nos primeiros meses de 2026) e a Operação Carbono Oculto — megaoperação contra o crime organizado que desmantelou esquema bilionário do PCC lavando R$ 46 bilhões via fintechs, fundos de investimento e postos de combustíveis.

Como o próprio Antonio Palocci confessou em delação premiada fechada em 26 de abril de 2018, o PT comprava pesquisas eleitorais com propina de empreiteiras para produzir levantamentos que o partido usava seletivamente, ocultando os ruins e divulgando os bons.

Apesar de dúvidas bem-fundamentadas a respeito dos institutos de pesquisas, as pesquisas de maio de 2026 confirmam: Flávio Bolsonaro é o único que coloca Lula em cheque. No 1º turno, a disputa está apertada. No 2º turno, seria empate técnico ou leve vantagem para Flávio, dependendo do instituto.

Precisamos acreditar que ainda há uma chance de expressarmos nossa insatisfação nas próximas eleições, mesmo sem imprensa isenta, sem voto impresso, sem instituições verdadeiramente livres e sem contagem pública dos votos.

Quem não quer derrotar a esquerda é cúmplice dela. O único nome viável é Flávio Bolsonaro.

Foto de Lucia Sweet

Lucia Sweet

Jornalista

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