Moraes age e situação de Zambelli pode piorar ainda mais

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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou nesta quarta-feira (20) que o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério das Relações Exteriores adotem providências para dar continuidade ao processo de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli.

A decisão foi baseada em um comunicado enviado pelo próprio governo federal, assinado na quinta-feira (14), informando o resultado do julgamento realizado em Roma, que autorizou a transferência da ex-parlamentar da Itália para o Brasil.

Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão sob acusação de participação no financiamento da invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça, ação atribuída ao hacker Walter Delgatti Neto. Após a condenação, a ex-deputada deixou o Brasil e passou a integrar a lista vermelha da Interpol, sendo posteriormente detida pelas autoridades italianas.

Além desse processo, há outro pedido de extradição relacionado ao episódio ocorrido às vésperas do segundo turno das eleições de 2022, quando Zambelli perseguiu um eleitor portando arma de fogo. Nesse caso, ela também recebeu decisão desfavorável, embora ainda exista possibilidade de recurso judicial.

Durante o andamento do processo na Itália, a defesa da ex-deputada sustentou que haveria parcialidade por parte de Alexandre de Moraes, ausência de condições adequadas no sistema prisional brasileiro e inexistência, na legislação italiana, de um crime equivalente ao de invasão de dispositivo informático.

Os argumentos, no entanto, foram rejeitados pela Corte de Apelação de Roma. A Justiça italiana também concluiu que a dupla cidadania da ex-parlamentar não impediria a cooperação entre os dois países no processo de extradição.

Apesar da autorização concedida pela corte italiana, ainda existe um recurso pendente que será analisado na sexta-feira (22) pela Corte Suprema de Cassação, equivalente ao STF no sistema judiciário italiano.

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da Redação
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