Medindo a estupidez lulopetista

Na verdadeira guerra declarada entre os apoiadores e os opositores da candidatura do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, relativa às eleições presidenciais que se avizinham, para que ele retorne, ou não, à ocupar a Presidência da República, apesar de já ter exercido dois mandatos presidenciais consecutivos (de 2003 a 2010), e dos “estragos” deixados, os “argumentos”, de um e de outro lado, exteriorizados nas redes sociais, por si só fornecem os elementos necessários para chegar-se à conclusão sobre qual o lado que está com “mais” razão. Se os “prós”, ou os “contras” Lula. Essa é a essência de democracia a ser examinada aqui.                                                                                                                                           

A “qualidade”, não a “quantidade”, é o que ora importa, mesmo porque a maior quantidade só é decisiva na apreciação do “mérito” das oclocracias, ou seja, nas “democracias” deturpadas, corrompidas, alienadas, degeneradas, praticadas pela massa ignara em proveito da patifaria política que se adona do poder, onde a pior escória da sociedade é levada a fazer política e a vencer nas “urnas”.

Esse é o regime praticado no Brasil desde há muito tempo (oclocracia), especialmente a partir de 1985 (Nova República), agravado de 2003 em diante (com Lula), até nossos dias, não a democracia verdadeira.
                                                                                                 
Todavia tais vícios não deixam de impregnar  TODAS as ideologias e partidos políticos que disputam o poder no Brasil, esses outros talvez em uma  escala um pouco menor que no lulopetismo. Por isso quem está aqui sentado no banco dos réus são os partidos coligados e apoiadores de Lula, não os outros, que talvez mereçam as mesmas críticas, talvez mais “amenizadas” um pouco. Não os estou “absolvendo”, portanto.

Nessa análise, evidentemente não se leva em consideração as “quantidades” das manifestações nas redes sociais, elogiando ou criticando um ou outro, porém as suas “qualidades”, ou seja, não se trata de examinar o aspecto “quantitativo”, todavia o “qualitativo”.

Também há que se considerar que se alternam nas redes sociais os sites e blogs considerados de esquerda ou direita, cada qual “puxando” para o seu lado, evidentemente.

Minha ideia seria recolher uma amostragem condizente dessas manifestações nas redes sociais, todas, e submetê-las a uma análise criteriosa, isenta,  imparcial, buscando enquadrá-las dentro dos conceitos do BOM-SENSO e da LÓGICA, indicativos infalíveis da VERDADE.

Mas independentemente dessa análise mais criteriosa, o que “salta-aos-olhos” num primeiro momento é a absoluta falta de consistência nos argumentos “pró-Lula”. A inteligência desse “pessoal” é bastante limitada, talvez “abafada” pela absoluta  falta de algum senso crítico no aspecto MORAL das causas abraçadas por eles.                                                                     

Corruptos para ninguém botar defeito são absolvidos e erguidos à categoria dos “deuses”. Na verdade esses “críticos progressistas” não conseguem nem ao menos desenvolver qualquer raciocínio, seja ele qual for. A limitação intelectual é espantosa. E nos referimos somente a esse tipo de “militância” (redes sociais). Seria grande injustiça não reconhecer que a esquerda também possui nos seus quadros intelectuais de primeira grandeza. Mas estes foram deixados à margem, desde que a militância totalmente despreparada e ignorante tomou as rédeas da esquerda. Os resultados aí estão para qualquer um ver.                                                                                          

É justamente por isso que a maior parte das “teses” e propagandas sobre Lula, abraçadas pela esquerda, não passam de “chavões”, “clichês” e “estereótipos”, batidos e repetitivos, cujo conteúdo não resiste a qualquer avaliação crítica positiva mais profunda. Nesse clima, a absoluta ausência de competência para desenvolver qualquer raciocínio em cima dos “chavões” vulgares que gravaram na memória e exteriorizaram, pela fala, ou pela escrita, se mostra às escâncaras. Sem dúvida entregar os destinos de um país a esse tipo de mentalidade tacanha configura sempre uma ameaça e uma tragédia para seu povo. 

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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