Heloísa Bolsonaro e os ataques covardes da esquerda
24/05/2026 às 11:34 Opinião
Vejo nessas duas situações envolvendo a família de Eduardo Bolsonaro um padrão extremamente grave de perseguição política e intimidação pessoal contra a família Bolsonaro.
Em 2019, um jornalista se passando por paciente procurou Heloisa Bolsonaro, esposa de Eduardo Bolsonaro, utilizando-se da relação de confiança entre psicóloga e paciente para obter informações privadas. Depois, expôs o conteúdo das sessões publicamente. Aquilo jamais foi jornalismo sério. Foi uma ação covarde, planejada para atingir Eduardo Bolsonaro através de sua esposa, atacando sua intimidade familiar num momento em que Eduardo era deputado federal e filho do então presidente da República, Jair Bolsonaro.
Agora, anos depois, novamente a família Bolsonaro é alvo de um episódio ainda mais perturbador. Desta vez, um jornalista ligado ao The Intercept circulando a residência onde Eduardo Bolsonaro está morando no Texas, justamente quando ele não estava em casa. A esposa, sozinha com os filhos, sentiu-se ameaçada e precisou acionar Eduardo e a polícia imediatamente.
Não se trata de coincidência. Trata-se de uma escalada de ataques pessoais e psicológicos contra a família Bolsonaro, especialmente contra mulheres e crianças que não exercem cargo público. Quando adversários políticos passam a rondar casas, explorar relações familiares e utilizar esposas e filhos como instrumento de pressão política, ultrapassa-se qualquer limite aceitável de civilidade democrática.
A extrema-esquerda lulofascista, incluindo sua militância de redação, que tanto fala em direitos humanos e combate à violência, frequentemente silencia diante desse tipo de intimidação quando o alvo é a família Bolsonaro. Há uma clara tentativa de transformar familiares em instrumentos de desgaste político, criando medo, insegurança e constrangimento pessoal.
Divergência política é legítima. Perseguição familiar não é. Atacar esposas e filhos para atingir um adversário político revela não coragem, mas covardia.
Henrique Alves da Rocha
Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.