
Absurda campanha antecipada contra Flávio começa e Justiça Eleitoral é acionada

24/05/2026 às 19:01 Direito e Justiça

O Movimento Advogados de Direita Brasil apresentou, no sábado (23), uma notícia de infração eleitoral à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) contra conteúdos publicados nas redes sociais envolvendo o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro.
Segundo a entidade, perfis do Instagram estariam promovendo propaganda eleitoral antecipada negativa, além de disseminar informações falsas e utilizar inteligência artificial para manipular vídeos do senador.
De acordo com a representação protocolada pelos advogados, uma das publicações associa Flávio Bolsonaro ao nazismo ao mostrar imagens de botas formando uma suástica sobre uma bandeira dos Estados Unidos.
O texto que acompanha o vídeo afirma que o senador e seu pai seriam “fascistas lambe-botas dos EUA”. Para o movimento, o conteúdo ultrapassa o debate político e busca “desumanizar” a imagem do parlamentar perante o eleitorado.
Outro material citado na ação mostra uma suposta declaração de Flávio Bolsonaro dizendo “eu vou acabar com o Pix”. Conforme os advogados, o vídeo teria sido manipulado por meio de tecnologia deep fake, alterando artificialmente a voz e os movimentos labiais do senador.
Ainda segundo a representação, a publicação tenta associar a família Bolsonaro ao governo de Donald Trump e acusa o grupo político de agir contra o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos.
Na peça encaminhada à Procuradoria-Geral Eleitoral, os advogados afirmam que os conteúdos circularam em perfis com dezenas de milhares de seguidores, ampliando o alcance da suposta desinformação.
O movimento sustenta que os vídeos possuem potencial para influenciar o eleitorado antes do período oficial de campanha, comprometendo o equilíbrio e a igualdade da disputa eleitoral.
Os autores da ação também mencionam dispositivos da Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que vedam propaganda antecipada, divulgação de fatos sabidamente inverídicos e utilização de conteúdos manipulados por inteligência artificial para interferir no processo eleitoral.
Ao final do pedido, a entidade solicita a remoção das publicações e defende medidas contra os responsáveis pelas postagens. “A mentira digital organizada não pode substituir o debate político”, afirma um trecho do documento apresentado à PGE.
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