

Acusada de lavar dinheiro para a organização terrorista Primeiro Comando da Capital (PCC), a Operação Vérnix da Polícia Federal aponta a advogada e influenciadora Deolane Bezerra pretendia adquirir um fundo de investimentos em Dubai. O plano era internacionalizar a estrutura empresarial e facilitar o aporte de capital estrangeiro nos negócios da facção.
O movimento internacional era a fase final de um plano de reorganização das empresas vinculadas ao PCC, que buscava criar holdings em estrutura de “cascata” para dificultar a localização do dinheiro apontado como fruto do crime organizado.
Com esse objetivo, a advogada teria criado 35 empresas de fachada com endereço registrado no mesmo local, uma casa de poucos metros quadrados em Martinópolis, no interior de São Paulo, para camuflar a origem do dinheiro.
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