A visita de Flávio a Trump e a deplorável narrativa dos militantes de redação

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A visita de Flávio Bolsonaro ao presidente Donald Trump na Casa Branca revelou mais uma vez o estado deplorável em que se encontra parte da imprensa brasileira, mormente os militantes de redação da extrema-esquerda lulofascista.

Antes de apurar, acusaram. Antes de verificar, insinuaram. Houve quem colocasse em dúvida até mesmo a autenticidade das fotos divulgadas por Flávio, sugerindo montagens e uso de inteligência artificial. A narrativa veio antes dos fatos.

O problema é que a realidade tem o péssimo hábito de desmentir os militantes. Novas imagens do encontro vieram a público, inclusive divulgadas pelo próprio Donald Trump, confirmando aquilo que muitos tentaram desacreditar.

O episódio escancara um vício cada vez mais comum: quando o personagem é um Bolsonaro, a presunção não é de verdade, mas de fraude. O jornalismo dá lugar à militância, e a apuração é substituída pela torcida.

Nenhum político está acima de críticas. Mas quem acusa sem provas, insinua sem evidências e condena antes dos fatos não pratica jornalismo. Pratica ativismo travestido de imprensa.

No fim das contas, aqueles que se apresentam como defensores da verdade acabaram novamente desmentidos pelos fatos.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

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