
Mais um crime bárbaro estremece o Reino Unido e Elon Musk intervém para exigir Justiça e reparação

03/06/2026 às 08:13 Opinião

Mais um crime bárbaro cometido por um imigrante de segunda geração estremece o Reino Unido. Importe o terceiro mundo, torne-se o terceiro mundo.
Na fatídica noite de 3 de dezembro de 2025, Henry Nowak, calouro de 18 anos da University of Southampton, voltava sozinho para casa após uma saída à noite com amigos. Por volta das 23h30, ele foi esfaqueado cinco vezes por Vickrum Digwa, de 23 anos, que brandia um kirpan — faca cerimonial sikh de 21 cm —, arma que a lei britânica permite portar em público por motivos religiosos.
Quando a polícia chegou, Digwa mentiu e alegou que Henry o havia agredido, usado insultos raciais e puxado seu turbante. A polícia de Hampshire acreditou na acusação de racismo, arrastou pelo chão o jovem branco que sangrava profusamente, algemou-o nas costas e demorou a socorrê-lo. Henry repetiu nove vezes “fui esfaqueado” e “não consigo respirar”, mas os policiais responderam com desprezo: “I don’t think so, mate” – “Acho que não, cara”. Só ministraram os primeiros socorros quando Nowak já estava inconsciente e se afogando no próprio sangue. Nowak morreu no local antes da chegada da equipe médica.
Na Inglaterra, enquanto o cidadão comum não pode nem carregar spray de pimenta para autodefesa, os sikhs têm autorização legal para portar o kirpan.
Digwa foi condenado por assassinato em 28 de maio de 2026 e sentenciado à prisão perpétua com mínimo de 21 anos. O júri concluiu que a alegação de racismo era uma “mentira perversa”. O assassino não tinha condenações anteriores, mas era conhecido por ter crises de raiva e obsessão por armas. Em 2023 foi preso por roubo de facas cerimoniais no templo sikh local, liberado sem acusação e banido do templo.
O cruel e desumano assassinato de Henry Nowak ganhou grande repercussão graças à intervenção de Elon Musk no X, que chamou o comportamento dos policiais de “disgusting” (nojento), exigiu demissões e ofereceu-se para financiar uma ação civil por omissão de socorro contra a polícia de Hampshire.
O caso expõe um duplo padrão. A morte do negro americano George Floyd foi acusada de racismo com protestos, saques e quebra-quebra que duraram meses a fio, com o movimento Black Lives Matter e a esquerda global incendiando tudo em nome da “justiça racial” — mesmo com a comprovação de overdose determinada pela autópsia que encontrou fentanyl em nível letal. Já um estudante branco sangrando até a morte, sem receber socorro da polícia, não gerou rebeliões nem cobertura massiva da grande mídia progressista.
A polícia, que admitiu o erro e pediu desculpas públicas, só liberou as imagens das câmeras corporais dos policiais após o veredicto, o que aumentou a indignação geral. Um dos policiais envolvidos pediu demissão, mas os demais permanecem no cargo. Eles deveriam ser condenados por omissão de socorro.
Na saída do tribunal, Mark Nowak, o pai de Henry, afirmou: “Henry não morreu com dignidade. Ele não morreu recebendo o cuidado que merecia. Perdeu a consciência antes que alguém acreditasse nele. Seu tratamento foi desumano e degradante. Henry não deveria ter morrido nas ruas de Southampton sob custódia policial.”
A família exige uma “investigação completa, corajosa e transparente” sobre a conduta da polícia e destaca o contraste insuportável entre o tratamento dado ao filho inocente agonizante e ao assassino. A família Nowak também pediu publicamente que a morte do filho não seja usada para criar divisão ou violência.
Hoje, no mundo civilizado, a população branca sofre níveis elevados de violência cometida por imigrantes e seus descendentes do terceiro mundo, que não se adaptam à cultura local. A raça branca, atualmente, é a mais discriminada do mundo.
Lucia Sweet
Jornalista












