Lula perde a cabeça e o Planalto não consegue responder a uma pergunta simples
03/06/2026 às 11:15 Política
O encontro entre Donald Trump e Lula, não obstante a narrativa mentirosa que o governo Lula tentou disseminar, foi dominado por uma crise diplomática sem precedentes com Washington. A pauta oficial era comunicação de governo e alinhamento eleitoral — mas a realidade impôs outra agenda.
O quadro atual é tenebroso para o governo que enfrenta simultaneamente três frentes abertas com os Estados Unidos: a proposta de tarifação de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) na segunda-feira; a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas estrangeiras, com vigência a partir desta sexta-feira (5); e a investigação americana que acusa Brasília de restringir o comércio bilateral. Três golpes em sequência, todos na mesma semana.
A resposta de Lula foi o retrato do descontrole. Em palanque em Catalão (GO), na terça-feira (2), Lula chamou os filhos de Bolsonaro de "vendilhões da pátria" e insinuou que merecem ser enforcados — cometendo, no calor da fúria, um erro histórico primário: confundiu Tiradentes com o delator Joaquim Silvério dos Reis. Quem foi enforcado e esquartejado foi Tiradentes.
O traidor Silvério dos Reis recebeu pensão da Coroa Portuguesa e morreu tranquilamente em 1819. Flávio Bolsonaro anunciou que acionará o STF contra Lula por ameaça e incitação ao crime.
A quatro meses das eleições, Lula que não soube prevenir a crise agora responde com fúria — e sem precisão. A pergunta que o Planalto não consegue responder é simples: qual é a estratégia?
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da Redação