Em novo processo, repleto de nulidades, Dino atende Moraes e marca data para julgamento
04/06/2026 às 06:55 Política
O deputado Eduardo Bolsonaro será julgado no próximo dia 16 de junho pela 1ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo crime de coação.
O resultado do julgamento já é de conhecimento público. Ninguém tem dúvida. Eduardo será condenado. Não tem a menor chance de ser contemplado com um julgamento justo. Aliás, na realidade não deveria nem estar sendo julgado, pois não cometeu nenhum crime e seu caso é meramente político.
Eduardo é réu por supostamente tentar pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos, em meio ao processo que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O julgamento ocorre após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir a condenação do ex-deputado. Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Eduardo atuou de forma “continuada” para interferir no processo do pai.
Gonet considerou que “o inconformismo do réu materializou-se em atos concretos de hostilidade e promessas (efetivadas) de retaliação internacional, com o objetivo claro de paralisar as persecuções penais em curso, o que preenche integralmente os requisitos do tipo penal imputado”, afirmou nas alegações finais.
O julgamento na Primeira Turma ocorre em meio a requerimentos apresentados por parlamentares aliados de Lula para incluir o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na investigação.
A intenção é clara. Calar a voz da oposição no Brasil. Algo típico de regimes ditatoriais.
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da Redação