A séria “ameaça” desferida contra Flávio nos EUA por 4 deputados aloprados

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Quatro deputados federais de esquerda radical, da base aliada de Lula, realizaram uma viagem “oficial” de quatro dias em junho de 2026 a Washington, DC, que chamaram de “missão de diplomacia parlamentar”. São eles Jandira Feghali, líder do PCdoB na Câmara, Pedro Uczai, líder do PT na Câmara, Pedro Campos, vice-líder do governo na Câmara, do PSB, e o notório André Janones, líder da Rede Sustentabilidade.

A viagem foi realizada por iniciativa própria, como uma ação político-partidária, sem qualquer mandato oficial do governo brasileiro ou da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.

Declararam que queriam reforçar o diálogo Brasil-EUA em temas como segurança, democracia, soberania e cooperação internacional, além de reafirmar a solidez das instituições brasileiras e do sistema eleitoral às vésperas das eleições de 2026. De quebra, decidiram tratar do “tarifaço” ameaçado por Trump e da classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelo Departamento de Estado americano.

Levaram por conta própria uma proposta de cooperação bilateral contra o crime organizado, com foco em lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e armas, mas sem a classificação das facções como grupos terroristas. São contra. A comitiva repetiu as palavras de ordem: “cooperação, sim; interferência, não” e “soberania acima de tudo”.

Como a delegação não conseguiu qualquer acesso a autoridades do Departamento de Estado americano, essa proposta certamente não foi entregue ao governo Trump.

Os deputados confirmaram encontros no Capitólio com congressistas norte-americanos do Partido Democrata, que fazem oposição ao governo do presidente Trump, entre eles a notória deputada Ilhan Omar, envolvida em escândalos de corrupção da comunidade somali de Minnesota, acusada de ter casado com o irmão para que ele recebesse a cidadania americana, e que, em abril de 2026, precisou redeclarar seu patrimônio após um surpreendente enriquecimento inicialmente reportado em  $ 30 milhões de dólares — valor que baixou para menos de $ 100 mil dólares, atribuído a um “erro contábil”. Surpreendente.

Participaram também de reuniões institucionais na OEA, e foram recebidos pela embaixadora do Brasil nos Estados Unidos e pelo embaixador do Brasil na OEA.

A declaração mais enigmática, porém, foi a publicação do deputado André Janones no dia 5 de junho:

“Muito trabalho por aqui e uma única certeza: os dias de Flávio Bolsonaro estão contados! Quem viver, verá!”

A expressão “os dias estão contados”  significa que o tempo de alguém ou de algo está se esgotando rapidamente. Exemplo clássico: uma pessoa com doença grave “está com os dias contados”, ou com pouco tempo de vida. E “quem viver, verá” significa, por analogia, que quem morrer não verá.

A esquerda certamente dirá que se trata apenas de uma metáfora. Mas, o recado soa bastante ameaçador, tendo em vista a facada que não matou Jair Bolsonaro por um verdadeiro milagre.

Espero que Flávio Bolsonaro, seus irmãos e todos os candidatos de direita tomem todas as precauções necessárias.

“Eternal vigilance is the price of liberty". A eterna vigilância é o preço da liberdade.

Lucia Sweet

Jornalista

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