URGENTE: EUA mandam "mensagem clara à América Latina" após morte de líder de facção

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Patrick Weaver, subchefe de gabinete do secretário de Defesa dos Estados Unidos, afirmou neste sábado (13) que a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, representa uma demonstração de força contra organizações criminosas que atuam no continente. 

O líder da facção venezuelana Tren de Aragua foi morto em uma operação militar conjunta realizada pelos Estados Unidos e pela Venezuela na sexta-feira (12).

Em publicação nas redes sociais, Weaver declarou que a ação tem um significado que vai além da eliminação do chefe da organização criminosa. Segundo ele, a operação deixa um recado para grupos ligados ao narcoterrorismo em toda a região.

“A morte de Niño Guerrero envia uma mensagem clara à América Latina: não há refúgio para narcoterroristas em nosso hemisfério. O Departamento de Guerra e a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis (A3C) continuarão a cumprir a promessa do presidente Trump”, afirmou.

A ofensiva foi determinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificou o ataque como uma ação rápida e letal conduzida com êxito pelo aparato militar norte-americano. Ao comentar a operação, o republicano afirmou que o alvo era “o infame líder do Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta”.

Na mesma manifestação, Patrick Weaver relacionou a atuação do grupo criminoso a episódios de violência ocorridos nos Estados Unidos em 2024, durante a gestão do então presidente Joe Biden. O integrante do Pentágono criticou a política migratória do governo anterior e afirmou que a atuação da facção teria sido favorecida pelo cenário nas fronteiras.

“O ataque em Tren de Aragua foi consequência da fragilidade do governo Biden, que se aproveitou das fronteiras abertas para levar o narcoterrorismo ao coração dos Estados Unidos. O presidente Trump prometeu retaliação pelo assassinato de Laken Riley, Jocelyn Nungaray e pelo flagelo de Aurora, no Colorado. O Departamento de Guerra, sob a gestão do Secretário Hegseth, cumpriu a promessa”, declarou.

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da Redação
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