A distopia político-jurídica do Brasil escancarada ao mundo: “O rei está nu!” (veja o vídeo)

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Que Supremo é esse? Todos sabemos a resposta (a não ser um petista em estágio irreversível de Imunização Cognitiva). Este Supremo é um conjunto de indivíduos protetores de corruptos, despreparados para a Magistratura, sem preparo intelectual (com precário saber jurídico), nem ilibada reputação moral - mas altamente preparados para vivenciar e proteger a corrupção -, que se tornaram “magistrados” por uma decisão de um presidente da República, em geral corrupto e também sem preparo intelectual e moral para o cargo.

A DEGRADAÇÃO MORAL daquela corte – hoje conhecida como Supremo Tayayá Federal - atingiu nível tão alto que um dos seus membros, um dos mais arrogantes POLÍTICOS daquele grupo, o notório Flávio Dino, falou em reunião secreta, mas vazada a todos:

“Ministro do Supremo não pode ser objeto de suspeita, a menos que seja de pedofilia ou estupro.”

Ou seja, para este político do miserável Estado do Maranhão, uma pessoa ao ser togada em um gabinete obscuro, por um presidente corrupto, transforma-se, por um passo de mágica, em um “Varão de Plutarco”, ou seja, em um ser íntegro, forte, valoroso, de conduta exemplar e dedicado à sua pátria. Nada mais falso, mentiroso, arrogante, petulante!

Aparentemente, ninguém entre os seus pares – talvez até por serem todos ali quase todos PARES - teve os cabelos arrepiados de surpresa, estupefação e indignação ante a monstruosidade daquela frase do ministro político, amigo e obra do Lula da Çilva (surpresa?), de origem na política maranhense (de novo, surpresa?) Flávio Dino.

Eis aí a confissão explícita de um entendimento corrente naquele valhacouto de bandidos (o STF): ministro pode roubar, pode traficar, pode rasgar a Constituição e defecar em cima do Arcabouço Legal da República sem que isto configure motivo para suspeição. Segundo este ministro, membro da máfia do STF só não pode, ao contrário de todos os demais cidadãos, ser pedófilo ou estuprador.

Pobre país que têm na sua corte suprema indivíduos com esta baixeza intelectual e moral.

Mas, nem toda distopia política, ou jurídica (o Brasil atual é uma combinação de ambas as distopias) tem duração permanente. O trabalho competente de brasileiros - exilados ou residentes permanentes – nos EUA e UE, tem levado ao mundo os esclarecimentos sobre o consórcio Esquerda-STF, a maior distopia político-judicial da História ocidental. O nosso Supremo Tayayá Federal é hoje uma instituição totalmente desmoralizada perante as democracias ocidentais. A libertação da ex-deputada Carla Zambelli pela Suprema Corte de Cassação da Itália é um exemplo eloquente desta afirmação. Aquela corte de Justiça afirmou, com chocante clareza, a "... insuficiência e ilogicidade da fundamentação em relação ao acúmulo das funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução penal na pessoa de M.A.D.M. [Ministro Alexandre de Moraes], integrante do Supremo Tribunal Federal do Brasil, em violação ao princípio da imparcialidade e da independência do juiz"

Ou seja, a corte italiana denuncia os múltiplos papeis de nosso Ditador Judicial Alexandre, o Pequeno: vítima, juiz de primeiro grau, juiz de segundo grau e juiz de execução penal, coisa só possível em uma ditadura da toga em uma república bananeira. E tudo isso com a chancela de sua Primeira Turma e do próprio Plenário do STF. Alexandre não agride a Justiça sozinho; o STF inteiro é seu cúmplice!

É a Itália, pátria do Direito Romano, dando uma lição de civilidade ao nosso Supremo Tayayá Federal. Uma vergonha para o Brasil, mas um passo importante para a recuperação moral e jurídica do nosso país.

Como na fábula de Hans Christian Andersen, o rei (isto é, Moraes e o STF) está nu perante o mundo civilizado, aquele em que a lei está ACIMA de todos os indivíduos, mesmo os magistrados, e onde não se admite salvadores de democracia. Quando a democracia precisa de salvadores, ela já pereceu. Ou a democracia sobrevive por si mesma, ou torna-se uma piada horrível, de péssimo gosto, como no Brasil atual.

Sobre este assunto, assistam ao vídeo do competente Caio Coppolla, sempre claro e pedagógico:

 

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

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